Sogro Puto, Genro Safado (8)
Segui até o meu quarto para me arrumar para o jantar
prometido. Pietro me avisou que já havia convidado Murilo, então coloquei uma
bela roupa social e o meu melhor perfume, com a promessa de que a noite seria
longa. Estava trocando mensagens com Murilo quando Pietro entrou no quarto, incomodado
com algo.
- Pai, você vai mesmo tratar o Murilo como namorado na
frente dos outros? – Ele me perguntou, com uma postura submissa.
Refleti por alguns segundos e o puxei para perto de mim,
sentando na cama e o colocando no meu colo.
- Filho, você e sua irmã são as pessoas mais importantes para
mim – segurei seu queixo e olhei em seus olhos – o que tenho com Murilo é algo
diferente da relação de vocês.
Ele me olhou confuso, então prossegui para a conclusão.
- Você está tendo sua primeira relação aberta, e ainda está
no começo. Isso vai incomodá-lo algumas vezes, mas não ache que Murilo não fica
inseguro quando vê você com Yuri ou Emanuel – eu dei um beijo em sua cabeça e,
nos levantando, continuei – o que eu tenho com Murilo era apenas um fetiche com
a dominância que eu tenho sobre vocês dois.
O levei até um espelho que tinha em meu quarto, e acariciei
seus cabelos.
- Veja, você é um rapaz lindo – passei a mão pelo seu corpo
e alcancei um pequeno volume que formava em sua calça – e veja só, você fica excitado
em saber que eu já fodi seu namorado.
- Eu não consigo controlar isso – ele corou, e se virou para
mim.
- E está tudo bem. Mas acho melhor separar as coisas daqui
em diante – eu o abracei e então dei um leve beijo em seus lábios – essa diversão
vai acabar hoje – Você vai me ver ter seu namorado por mais uma última noite,
sem poder fazer nada, mas depois disso nossa relação voltará a ser como antes.
- Obrigado pai – Ele me respondeu, envergonhado – mas eu
também vou querer uma última noite.
Sorri e lhe dei mais um beijo, agora com mais desejo.
Fomos buscar Murilo em sua casa e fiz questão de deixa-lo no
banco da frente. O beijei durante o cumprimento de boa noite, que o deixou
surpreso, já que Emanuel estava no carro.
- Olá, garoto – eu sorri de forma sacana após me afastar –
não se preocupe, Emanuel já tá sabendo de tudo. Hoje você será o meu
namoradinho, por uma noite.
- O que você quiser, gatão – Murilo logo entrou no jogo e
pareceu se divertir.
Pelo retrovisor vi que Pietro não demonstrava mais
desconforto, apenas excitação. Via que seu braço estava na coxa de Emanuel,
acho que eu não seria o único que iria me divertir com alguém naquela noite.
Chegamos no restaurante e fomos recepcionados por um
atendente que nos levou até uma mesa mais reservada, a pedido meu. Durante a
noite troquei carícias e beijos com Murilo, enquanto Pietro apenas observava sobre
um olhar atento. Infelizmente fomos interrompidos por uma notícia triste de que
Emanuel precisaria sair por causa de uma emergência familiar, então Pietro foi deixa-lo
em casa.
Aproveitei que estávamos a sós e chamei um uber para nos
levar para minha casa.
Já em casa, levei Murilo direto para o meu quarto, despi ele
lentamente enquanto nos beijávamos com muito desejo.
- Hoje você terá sua última noite comigo – disse, agarrando
sua cintura – e eu espero que ela seja inesquecível.
- Vou sentir falta do seu pau – ele disse, ajoelhando entre
minhas pernas com uma cara de putinho – e da sua pegada.
Ele engoliu meu pau com toda sua habilidade e desejo, me arrancando
gemidos e arrepios de prazer. Nos desfizemos do resto de minhas roupas de forma
desajeitava entre todos beijos, apertões e chupões que eu dava nele. Demorei
algum tempo até notar que Pietro estava parado na porta de meu quarto, com as
calças abaixadas e se masturbando.
- É isso aí, corninho – eu disse enquanto segurava a cabeça
de Murilo contra minha rola – hoje você só vai assistir e ficar na punheta
enquanto eu fodo seu namoradinho safado.
Ele tremeu na base e deu um sorriso safado, acelerando a punheta
enquanto me via explorar com os dedos aquele rabo gostoso e bronzeado de
Murilo, que ele jamais tocou.
Posicionei meu genro de quatro na cama e comecei a preparar
sua bunda para receber o meu pau. Tomei alguns minutos para chupar aquele
cuzinho lindo e macio, distribuindo tapas e mordidas que eram respondidas pelos
gemidos e xingamentos de Murilo.
Quando finalmente senti que estava na hora, me posicionei
atrás dele e comecei a penetrá-lo.
- Olha só, está tudo dentro – eu olhei nos olhos de Pietro e
então puxei seu namorado para um beijo lento, com minha mão se fechando em seu
pescoço – tá na hora de te arregaçar todinho.
Senti meu pau babar dentro de Murilo. Sentia muito tesão com
tudo que estava acontecendo: o corpo gostoso de meu genro, meu filho se
assistindo e se masturbando, além do desejo e da submissão que eles tinham por
mim. Meu ego foi massageado e me deu ainda mais ânimo para botar pra fuder naquele
gostoso que estava de quatro, entregue para mim.
Agarrei suas ancas e meti compassadamente, firme o suficiente
para jogar seu corpo para frente com o choque de cada estocada que eu dava. Usei
todos os meus anos de fodas para dar uma noite inesquecível para eles dois,
encerrando essa brincadeira com chave de ouro.
Quando estava chegando no ápice, mudei Murilo de posição, de
frango assado, e continuei a fodê-lo ainda mais fundo enquanto beijava sua
boca. Suas mãos tentavam e agarrar as minhas costas enquanto ele se engasgava
com os próprios gemidos, que eram abafados por mim. Me surpreendi quando senti
a gozada de meu genro encharcando os nossos peitos que estavam colados, não demorou
muito e alcancei meu orgasmo, beijando sua boca, até inundá-lo com meu leite.
Quando finalmente acabamos, caí exausto ao lado dele e ficamos
alguns minutos tentando nos recuperar, ofegantes, com um cheiro de sexo no ar e
meu filho parado no canto do quarto, todo gozado também.
Então, o chamei para mais perto:
- Pietro, seja um bom garoto e limpe o meu pau – ele fez
menção de sair para buscar um papel, mas logo o interrompi – com a boca.
Sem questionar, ele se curvou e lambeu toda a extensão da
minha rola até que não sobrasse mais resquícios de esperma, tudo isso sob o
olhar atento de seu namorado.
- Agora nos dê licença, que eu quero passar a noite sozinho
com Murilo.
Ele assentiu e se retirou do quarto sem questionar.
Repetimos mais duas vezes aquela noite, agora só eu e meu
genro. Uma vez selvagem, outra romântica. E, pela manhã, Murilo deu um bom dia
amoroso à Pietro e voltaram a ser o casal. Conversamos e entendemos que apesar
de muito gostosa para todos, era melhor encerrar enquanto estivéssemos todos
tranquilos com isso.
Eu cumpri o prometido, tendo uma última noite de sexo com
Pietro. O levei até um hotel cinco estrelas e fodi ele em todas as posições que
conhecia, gozei vendo aquele nerd putinho cavalgando meu pau com toda a vontade
e tesão que sabia que ele tinha por mim. A nossa última vez também foi
inesquecível.
Nos anos que se passaram, Murilo e Pietro continuaram
namorando firmemente, agora com uma relação aberta. Foi muito bonito vê-los
amadurecer junto de sua relação que durou mais alguns anos antes que reparassem
que o relacionamento amoroso havia se dissipado com os anos, mas que ainda
havia amizade e carinho entre eles.
O casamento de Rafael se encerrou de forma nada amigável. Ele
foi sincero com sua esposa, mãe de Murilo, e lhe revelou que havia traído. Ela
cortou a relação com ele e conversavam apenas coisas pontuais sobre Murilo. Eu
e Rafael esporadicamente mas não levou a nada sério, sei que hoje ele namora
outra mulher e está em um relacionamento fechado.
Há alguns anos conheci um homem mais novo, chamado Lucas. Estamos namorando e muito felizes juntos. Estou feliz em meu relacionamento, mas ainda relembro com muita excitação toda essa fase em que fui um sogro puto com o meu genro safado.
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