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Sogro Puto, Genro Safado (8)

Segui até o meu quarto para me arrumar para o jantar prometido. Pietro me avisou que já havia convidado Murilo, então coloquei uma bela roupa social e o meu melhor perfume, com a promessa de que a noite seria longa. Estava trocando mensagens com Murilo quando Pietro entrou no quarto, incomodado com algo. - Pai, você vai mesmo tratar o Murilo como namorado na frente dos outros? – Ele me perguntou, com uma postura submissa. Refleti por alguns segundos e o puxei para perto de mim, sentando na cama e o colocando no meu colo. - Filho, você e sua irmã são as pessoas mais importantes para mim – segurei seu queixo e olhei em seus olhos – o que tenho com Murilo é algo diferente da relação de vocês. Ele me olhou confuso, então prossegui para a conclusão. - Você está tendo sua primeira relação aberta, e ainda está no começo. Isso vai incomodá-lo algumas vezes, mas não ache que Murilo não fica inseguro quando vê você com Yuri ou Emanuel – eu dei um beijo em sua cabeça e, nos levantando, ...

Sogro Puto, Genro Safado (7)

  Estávamos prestes a sair da piscina quando ouvimos a voz de Pietro, meu filho. Rafael se desesperou, mas tomei as rédeas da situação e o acalmei, dizendo para que ficasse por ali na área da piscina que eu me livraria dos garotos. Segui as vozes e recebi Pietro na entrada, na companhia de Emanuel. - Pai, vou passar a noite com Emanuel, tudo bem? – Ele me contou – acabei de deixar Yuri e Murilo em casa. - Tudo bem – eu disse e notei os olhares de Emanuel, só então me lembrei que continuava pelado, então continuei – Estou com visita, preciso que vocês deem uma volta enquanto isso, ok? - Danadinho – Pietro deu uma risada e puxou Emanuel para fora, dizendo que iam tomar um sorvete e voltavam mais tarde.   Assim que os meninos saíram eu chamei Rafael, que já chegou com um semblante preocupado recolhendo sua sunga do chão e dizendo que era melhor ir embora, que já estava tarde e outros papos de alguém que estava arrependido. Fui até ele e o abracei, envolvendo meus braços...

Sogro Puto, Genro Safado (6)

 Acordei no outro dia revigorado. Murilo e Pietro haviam dormido juntos e fui acordá-los para tomar café.  Preparei algo rápido, comemos e ficamos assistindo televisão, os dois se beijando apaixonados enquanto eu só prestava atenção ao jornal. Quando eu vi a previsão do tempo de um domingo ensolarado me animei para pegar uma piscina, mas não estava com ânimo para fazer outro churrasco, então convidei os meninos para o clube que eu era sócio. — Amor, posso chamar os meninos também? — disse Pietro. — Claro — ele disse com a boca no ouvido do meu filho — enquanto você chupa eles, eu chupo meu sogrão. Eu só fiquei ouvindo e dando risada, mas meu pau já dava sinal de vida. Os dois foram no carro de Pietro buscar Emanuel e Yuri, além de passar na distribuidora para comprar algumas bebidas pra passarmos a tarde. Eu mandei uma mensagem para Rafael, o convidando para jogar uma sinuca no clube, e expliquei que Murilo também iria com a gente. Rafael não demorou a responder e disse que to...

Sogro Puto, Genro Safado (5)

 No dia seguinte, eu estava deitado na minha cama peladão enquanto Pietro batia punheta pra mim, resolvemos colocar o plano do churrasco em prática. Meu filho logo ligou para Murilo. — Amor, meu pai vai fazer um churrasco aqui esse final de semana — disse Pietro, enquanto usava suas duas mãos para me estimular, e eu segurava o celular perto de sua boca — ele mandou você vir e trazer seus pais. — Poxa, minhas provas estão chegando, não sei se consigo — ele disse, ressabiado. — Claro que consegue, são só umas horinhas fora de casa. Murilo suspirou e continuou tentando arranjar uma desculpa, então eu resolvi tomar as rédeas. — Sábado, meio dia — eu cortei o assunto e ambos se calaram — já está na hora de apresentar seus pais. — Ok, senhor. Pietro conversou mais um pouco com ele e logo encerraram a ligação. — Você fica um tesão dando ordens — disse Pietro. — Aproveita e chupa minha pica, já que curte minhas ordens. Aquela noite eu fudi ele gostoso, e dormimos juntos. Alguns dias depois...

Sogro Puto, Genro Safado (4)

 Quando cheguei no banheiro (que estava de porta aberta), encontrei o moleque com uma perna em cima do vaso e o cuzinho todo à amostra. Minha pica ficou dura na hora. — Pai, o que foi? — perguntou Pietro, até seus olhos correrem pelo meu corpo até minha rola dura e ele abrir um sorriso safado. — Vim te pedir desculpas pelo jeito que te tratei, mas venho aqui e te encontro com o rabão aberto — disse tirando sarro, rindo sem graça. — Vim tirar o leite que você pediu — ele disse provocando, continuava com a perna em cima da privada, abrindo bem o cuzinho — vai querer tomar no café? — ele disse zoando. — Me respeita moleque — eu disse rindo, aproveitei da situação pra dar um tapa na bunda dele, tirando sarro. — Hoje o Yuri gozou duas dentro, por isso que vazou — ele disse com uma cara de putinho inocente, e então olhou diretamente pra mim enquanto mordia os lábios com cara de pidão — pai você pode ver se já tirei todo o leite? Eu me agachei e fiquei a poucos centímetros do cuzinho dele...

Sogro Puto, Genro Safado (3)

 Quando abri a porta de casa dei de cara com meu filho dando para os seus amigos. Pietro estava cavalgando no pau de seu amigo enquanto outro, de pé no sofá, fodia a boca dele sem dó, fazendo ele engasgar. Eles continuaram a foder meu filho sem nenhuma dó e aquilo foi me dando um misto de emoções: raiva, ciúmes, pesar e tesão. Eu pigarreei bem alto para chamar a atenção deles e surtiu efeito. Pietro pulou do sofá junto de seu amigo e, como se fosse ensaiado, os três pararam em uma linha reta escondendo seus paus, que já haviam amolecido. — Yuri, dá pra você tirar o carro dá entrada da garagem? Tá impedindo passagem. Yuri, que estava recebendo a sentada de meu filho, foi rapidamente juntando suas roupas e se vestindo de qualquer jeito, e correu para a porta para tirar o carro do lugar. Meu filho e seu outro amigo, Emanuel, foram também se vestindo desespetados, em um silêncio constrangedor. — Não precisam ficar assim — eu quebrei o silêncio, fazendo uma pose de pai descolado — ...

Sogro Puto, Genro Safado (2)

 Quando cheguei no meu carro, que estava estacionado perto do parque, me sentei no banco de motorista e notei que minha rola continuava dura que nem ferro. Meu calção estava com uma marca de pré-gozo na ponta de um volume descomunal. Fui me acalmando de toda loucura até ouvir uma batida na minha janela. — Antônio, preciso falar com você — Murilo batia na janela todo desesperado. Analisei ele rápido, sua roupa toda desalinhada, descabelado e com a boca toda babada. Apertei o botão no painel para destrancar as portas e, após ele ouvir o barulho, entrou no carro tentando se explicar. — Não é o que você tá pensando — ele começou com a voz trêmula, gaguejando — eu não estava traindo o Pietro. — Então pra ele está tudo bem você receber uma gozada sem capa no cu e outra na boca? — eu disse, e ele se calou assustado. Lentamente levei meu dedo até seu queixo e retirei um resto de esperma que estava ali — você tava guardando isso pra ele provar no seu beijo? Ele me olhava mudo, olhos arregal...