MEUS AMIGOS (18)

 Carlos

Me levantei deixando Pedro na espreguiçadeira, ele estava ofegante. Fui até a cozinha para tomar um copo d'água e chegando lá encontrei Elias, que estava fazendo a mesma coisa.

— Já começou a aproveitar o fim de semana? — eu disse me aproximando e bagunçando seu cabelo — pega leve com o meu garoto!

— Ele prefere a pegada mais bruta — ele disse rindo, me tirando um sorriso.

— Tô ligado.

Percebi ele mais pensativo e fiquei me questionando se ele sabia que eu tinha pegado Yuri e, enquanto estava me servindo um copo d'água, Elias me chamou atenção com uma pergunta.

— Sr. Carlos, você pode me ajudar com uma coisa? 

— Estamos aqui pra isso, pode falar. Só não precisa me chamar de senhor.

Ele ficou pensativo por um tempo e se aproximou de mim, parecia querer me confidenciar algo, era interessante ver sua pose de garanhão dar lugar a um menino inseguro.

— Eu prometi ao Yuri que daria pra ele, mas tenho medo — sua mente ia montando as frases aos poucos, ele não parecia se expressar direito — ele me prometeu e cumpriu, não posso deixar ele na mão.

— Mas você quer fazer isso só por obrigação? — eu o interrompi — no sexo, só fazemos aquilo que temos vontade.

— Mas eu tenho essa vontade — seu rosto se retorcia, parecia um sacrifício pra ele falar sobre o assunto — até fiz a.... eu me preparei, mas ainda tenho medo.

— Yuri é um menino contido, tenho certeza que ele vai te foder direitinho se você pedir.

— Obrigado, Carlos.

— Por nada — eu disse o puxando para um abraço — mas se quiser me pôr na fila depois do Yuri, vai ser uma boa compensação.

Ele riu e, saindo do abraço, pegou na minha pica que já estava meia bomba.

— Sei se aguento isso não.

— Eu também sou contido — falei já o envolvendo em um beijo.

O enlacei pela cintura e peguei naquela bunda redondinha, apertando.

Entre nossos beijos eu molhei meu dedo e fiquei provocando o cuzinho de Elias que piscava bastante, forcei os seus ombros até que ele ficasse de joelhos e começasse a me chupar.

— Mama a rola que teu amiguinho tava sentando.

Elias não tinha a mesma técnica de Lucas e Pedro, mas era bastante empenhado e seu olhar fazia minha pica latejar de tesão. Eu interrompi sua mamada e o levantei de novo, o guiando pela cintura até o quarto em que os meninos estavam.

— Filhão, o Elias tem um presentinho pra você.

Yuri avançou pela cama e se juntou a nós, Elias estava com as costas curvadas me chupando enquanto Yuri abria o rabo dele com suas mãos e o linguava com maestria.

Eu vi os músculos das costas de Elias se contrairem conforme Yuri introduzia o primeiro dedo nele, e meu pau saltou de tesão em ver ele relaxar com o vai e vem. Isso se repetiu mais duas vezes e logo meu filho já tinha laceado o cuzinho de seu amigo e se posicionava para introduzir sua rola.

Me abaixei diante de Elias e o beijei, com calma, enquanto seu cu era invadido pelo pau de Yuri. Meu pau pulsava de tesão vendo o rosto dele se contorcer de dor e prazer enquanto perdia o cabaço.

Foi lindo de se ver os dois com os corpos colados, o pau inteiro dentro daquele cuzinho, eles se abraçaram e se beijaram enquanto Yuri começava o vai e vem. Quando olhei para cama Pedro e Lucas se punhetavam com aquela visão maravilhosa.

Bastou um olhar meu para Lucas se pôr de quatro e abrir a boca se oferecendo para um boquete que prontamente aceitei.

— Já tava com saudade dessa boquinha.


Yuri

Foi uma delícia descabaçar Elias, seu cuzinho oferecendo resistência enquanto minha pica ia entrando, e ele se contorcendo a cada centímetro que avançava dentro dele. Eu estava em transe de tanto tesão, colei meu corpo ao dele e nos envolvemos em um beijo desajeitado enquanto minha rola era fincada em seu rabo.

— Tá gostoso o meu rabo? — ele disse, sua voz trêmula de tesão.

— Tá uma delícia.

Depois que tudo entrou, nos ajeitamos na beirada da cama, Elias de quatro, enquanto eu encaixava meu pau naquele cuzinho de novo. Meu pai estava sendo chupado por Lucas que tinha seu cu chupado por Pedro.

Comecei a aumentar a cadência das metidas, agora o barulho de nossos corpos se chocando ecoavam no quarto, Elias já se engasgava nos gemidos enquanto levava pirocada. Era uma delícia ver os músculos de suas costas se contrairem, suas mãos agarrarem o lençol e sua nuca se arrepiando enquanto eu continuava a socar em seu rabo.

Parei de meter e reposicionei Elias, o coloquei de frango assado e voltei a socar com força. Agora seus olhos estavam apontados para mim e eu podia ver sua pica gigante, que eu já havia sentado tantas vezes, babando de tesão e balançando no compasso do nosso sexo.

O tesão foi aumentando, intensificando junto de nossa respiração, a força e a velocidade das metidas já estavam selvagens, nos envolvemos em um beijo e então eu despejei todo o meu leite dentro dele, estava ofegante e meu pau pulsava sem parar.

Caí de lado na cama e fiquei ofegante, meus sentidos ainda estavam bagunçados com toda a adrenalina daquela situação. Quando voltei a olhar pro ambiente meu pai estava socando igual um animal no cu de Elias, que beijava Lucas e Pedro.

— Isso moleque, aguenta tudo — disse meu pai, suas estocadas violentas jogavam Elias para frente, e ele parecia adorar.

Meu pai arrancou o seu pau do cu de Elias, ele estava banhado pela minha gozada, e então gozou nas bocas de meus amigos que dividiam seu leite com ferocidade.

Depois disso ele levou Elias pelo colo até o chuveiro e deu banho nele, em seguida fomos eu, Lucas e Pedro.

Tomamos banho e preparamos um café da tarde, assim que terminamos de comer chegou o carro de Jonas, com Heitor, Gabriel e Guga. Eles estavam suados e cheirando a sexo. Com todos ali, a o final de semana estava prestes a começar

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