MEUS AMIGOS (17)

 Depois de toda a putaria, passamos um tempo na calmaria. Passaram uma dupla de semanas em que apenas focamos nas provas e trabalhos do final do ano, e todo o esforço se valeu já que nenhum de nós ficou de exame. 

Carlos nos convidou para a fazenda de um amigo dele, disse que poderíamos passar o final de semana comemorando o final do ano letivo.

Passamos a semana fazendo os preparativos e na madrugada de sexta estávamos eu, Yuri, Elias, Pedro e Carlos pegando estrada para o destino que passaríamos o final se semana. Gabriel e Guga iriam depois pois tinham uns compromissos, eles viriam com um amigo de Carlos, chamado Jonas.

Chegamos na fazenda ainda era manhã, organizamos um café da manhã enquanto conversávamos e depois nos vestimos para um banho de piscina. Todos estavam uma delícia, especialmente Elias que exibia todo o seu volume em uma sunga apertada.

Deitei em uma espreguiçadeira enquanto eles se divertiam na piscina, logo Elias veio me chamar para entrar.

— Tô tomando sol, mozão. Ficar com marquinha pra vocês.

— Já tá gostoso sem, quando tiver bronzeado meu pau vai perder o controle — ele disse segundo o volume.

— Assim que eu gosto.

Eu chamei ele pra deitar comigo na espreguiçadeira e ficamos abraçados nos beijando vendo o resto deles brincando na água.

— Tô doido pra te comer — ele disse no meu ouvido.

— Tava com saudade disso — eu disse enfiando a mão dentro da cueca dele, segurando seu pau que já estava endurecendo.

Nossos beijos esquentavam enquanto eu ia punhetando Elias devagar, já estávamos sendo observados.

— Vamos lá pra dentro? Quero você em mim — eu disse.

Nos levantamos e eu puxei Elias pela rola até um dos quartos, fomos nos enroscando entre beijos e apertos até cairmos na cama. Eu estava voraz, abaixei sua sunga com pressa e abocanhei sua rola que já estava brilhando de pré-gozo.

Beijei com carinho toda a sua extensão, dando atenção a glande, seguindo até o saco e engolindo as bolas, uma de cada vez. Suguei a cabeça enquanto usava minhas duas mãos para masturbar aquele monumento, depois me forçando a engolir o máximo que podia.

— Isso mozão, engole tudo — ele dizia gemendo, com as mãos atrás da cabeça, só observando tudo.

— Você estão loucos? — disse Yuri fechando a porta — vieram transar e nem me chamaram.

Yuri se colocou de joelhos ao meu lado e começamos a dividir o pau de Elias que gemia ainda mais. Nos beijávamos, apertávamos as coxas de Elias, punhetávamos sua pica entre caricias.

— Que delicia vocês dois dividindo minha vara, quem vai levar no cuzinho primeiro? 

Yuri nem hesitou e me pegou com seus braços fortes, me colocando de quatro e cuspindo no meu cu.

— Mete nele, mozão.

Elias se posicionou atrás de mim, encaixado a cabeça na portinha do meu cu e começou a forçar. Estava a um tempo sem dar, então foi mais difícil que o normal, mas ele teve calma e logo estava inteiro dentro de mim.

Yuri veio pra frente e enfiou a rola na minha boca de forma selvagem, segurando minha nuca enquanto me forçava a engolir tudo sem dó.

Me senti extasiado, estava levando uma surra de rola enquanto engasgava em outra, meus dois homens me socando piroca sem dó alguma, do jeito que eu gostava. Meus sentidos estavam confusos de tanto tesão, ao sentir nosso suor se misturando, suas vozes gemendo e o cheiro de nosso sexo impregnando o quarto.

Elias foi o primeiro a acelerar as metidas e atolou tudo no meu cu enquanto me enchia de leite. Logo Yuri começou a gemer ainda mais alto e inundou meu rosto com seu esperma grosso. Por fim Elias me chupou com muita vontade até eu gozar na cara dele inteira.

— Que loucura — eu disse olhando pro teto — eu amo vocês.

Eles me beijaram, se enroscando em mim, e ficamos um tempo deitados na cama compartilhando o nosso leite recém ordenhado, enquanto trocávamos juras de amor.



Pedro 


Estava na piscina com Carlos, estávamos conversando entre os gemidos de Yuri, Elias e Lucas, eu estava fingindo que nada acontecia até que fui surpreendido com a ousadia e leveza que o pai de Yuri levou a situação.

— Hoje os meninos estão fogosos, hein? — ele disse com um semblante indecifrável.

— Pois é — respondi sem graça pela situação.

Fiquei apreensivo quando fui convidado para o final de semana, eu não conhecia os meninos a muito tempo, e ainda não tinha conhecido o pai de Yuri melhor, mas topei já que seria bom desestressar da loucura dos vestibulares e passar um fim de semana na natureza, sem contar que eu estava doido pra dar o cu de novo.

— Você já sabia dos três, né? — ele me perguntou, com curiosidade e algo mais.

— Sim, achei que você não sabia.

— Eu sou de boa, o importante é meu menino ser amado — ele disse — e gozar gostoso.

Depois disso ele se aproximou mais e ficamos conversando coisas aleatórias, os gemidos já tinham parado.

— E então, garoto, vai fazer vestibular pra qual área?

— Estou tentando para Arquitetura, ainda vou fazer mais duas provas. 

— Hum, vai ser meu colega de profissão — ele disse me secando com os olhos — mas aproveita essa fase de agora, vai pra festa, bebe, pega menina — ele falou com mais ênfase — pega menino.

— Opa, vou tentar — eu disse, desarmado pela visão dele só de sunga e seu jeito sugestivo de falar.

Ele me deu uma piscada e se afastou para dar um mergulho, mas antes que ele entrasse na água eu resolvi ligar o foda-se e joguei o verde.

— Queria aproveitar nesse final de semana.

Ele deu um sorriso safado e mergulhou, percorrendo toda a extensão da piscina submerso e emergiu na minha frente, sua presença me colocando de costas para borda da piscina.

— Os meninos tão aproveitando lá dentro, não vai se juntar a eles? — ele disse, seus olhos me devoravam.

— Eles merecem um tempo a sós, eu tava imaginando se podia conhecer algo novo.

— O que acha de conhecer isso aqui? — ele pegou minha mão e colocou sobre o seu pau que já escapava da sunga.

Ele me segurou pela nuca e me puxou para um beijo intenso e gostoso, enquanto presisonava seu corpo contra mim, que era esmagado contra a borda da piscina. Senti seu volume pressionar minha barriga e logo ele me puxou pelo colo e me carregou até fora da piscina.

— Mama aqui, vai! — ele disse me posicionando de quatro na espreguiçadeira e se posicionando na minha frente, oferecendo seu pau pra que eu mamasse.

Carlos conduziu a foda com toda sua experiência, me guiava com suas mãos grandes e fortes e me fazia engolir o máximo que eu podia de sua rola e querer engolir ainda mais.

— Que boquinha gostosa — ele dizia, me puxando para um beijo — é boqueteiro profissa, nem engasga.

Eu continuava chupando, aproveitando o gás que ganhava ao ouvir essas putarias.

—Vem cá que eu vou chupar esse cuzinho — ele me puxou pelos cabelos e me ajeitou na espreguiçadeira de forma que fizéssemos um 69, ele por cima chupando o meu rabo enquanto metia sem dó na minha garganta.

Ele forçava o pau sem dó alguma, me fazendo ficar com tudo na boca até que eu engasgasse, e continuava assim por um tempo até ver que eu não estava mais aguentando. Ele já estava fodendo o meu cu com seus dedos grossos, me chamando de puto safado.

— Mete no meu cu — eu disse em uma das vezes que ele tirou o pau da minha boca, estava coberto com minha própria baba.

Ele deu um tapa no meu rosto, me puxou pra si e começou a me beijar intensamente, seus dedos entravam e saíam do meu cu.  

— Que delicia de putinho que você é — ele falou entre nossos beijos.

Fiquei de frango assado e fui sentindo sua pica entrando devagar no meu cu. Aquela rola grossa estava me arrombando com calma, deslizando para dentro de mim até entrar toda.

— Aguentou tudo, que delicia — ele disse no meu ouvido.

Eu só senti ele tirar tudo e, quando fui abrir os olhos pra tentar entender o que tinha acontecido, ele meteu tudo de uma vez e senti um choque atravessar meu corpo e eu começar a tremer.

— Toma pirocada — e ele meteu. Sem parar.

Desconfio que ele tenha atingido minha próstata ou algum ponto de muito prazer, porque eu perdi completamente a linha, só conseguia gemer. 

Eu senti meu pau começar a pulsar e logo eu gozei em minha barriga, ele metendo sem parar com um olhar faminto mirando em meus olhos. Ele desacelerou depois que eu gozei e, com seus braços fortes, me ajeitou na espreguiçadeira.

— Descansa que tu merece, levou vara igual profissional — ele disse, depois de me dar um beijo.

Fiquei alguns minutos deitado me recuperando da foda, meus sentidos voltando ao normal, então me levantei e parti para o banheiro para expelir toda aquela gozada que estava em mim e tomar um banho.

Quando estava atravessando o corredor Lucas me puxou para dentro do quarto que eles estavam e me sentou ao lado dele na cabeceira da cama. Estava sem entender nada, até olhar para o outro lado do quarto e ter uma visão que endureceu o meu pau na hora.

Olá leitores, estamos na reta final desse conto e espero que estejam gostando. Alguns contos foram excluídos de um dos sites, e um foi excluído de outro, mas a história está toda publicada! Se a parte faltar em um site, procure no outro. Além disso, me mandem seu feedback no insta e twitter contosdog. Até mais!

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