MEUS AMIGOS (16)
Lucas
Cheguei em casa depois da escola, almocei fui estudar um pouco para as provas. No celular só chegavam mensagens dos meninos comentando o relato do Gabriel, que tinha nos contado durante o intervalo sobre a foda com o professor e Thiago. Aquilo me deu um tesão grande e resolvi tentar a sorte com Marcos.
— Bora sair hoje, vontade de sentar em você de novo.
— Hoje não posso, estou planejando atividades e corrigindo os seminários, tô lotado essa semana. Uma pena, queria relaxar contigo.
Olhei a resposta, desanimado, mas o pau continuava duro, então resolvi tirar o tesão de outra forma.
Tomei um banho caprichado, limpei os pelos que estavam nascendo no corpo, coloquei uma roupas despojada e fui até a casa de Yuri.
— Olá, Lucas — disse Carlos me recebendo na porta, estava só de cueca — o Yuri acabou de sair, foi no Elias.
— Poxa, ele me disse que ia daqui uma hora, achei que conseguiria alcançá-lo.
— Aqueles meninos não se desgrudam mais.
— Eu que sei, toda hora me mandam fotos — eu disse para provocá-lo.
— Eu é que sei garoto, os dois são bem barulhentos — ele disse dando uma risada leve e sacana, enquanto passava a mão no volume da cueca.
— Pelo que eles me disseram, você e o Guga não ficam muito atrás.
— Eles disseram isso? — vi o volume crescer enquanto ele continuava a se alisar.
— Disseram — eu disse rindo, meus olhos correndo todo o seu corpo.
— Não posso culpá-los, o Gustavo gemeu bastante da última vez — ele disse lambendo os lábios — mas vai entrar garoto? Não posso ficar aqui de cueca.
— Verdade, vai ser preso por atentado ao pudor — eu disse entrando por um espaço que ele cedeu, esbarrando no seu corpo musculoso enquanto passava pelo arco da porta.
— Não posso ser preso, tenho que alimentar as crianças — ele disse se fazendo de coitado, depois rindo.
— Agora tem que dar leite pro Guga também — eu disse me sentando no sofá, ele parou de frente pra mim.
— É moleza, são bons meninos — ele disse colocando a mão por dentro da cueca e sacando sua rola grossa, durassa que ficou a poucos centímetros de meu rosto — ainda consigo dar leite pra mais um.
Não pensei duas vezes antes de avançar e engolir aquele pau maravilhoso. Carlos gemia com sua voz grossa, parecia um animal rosnando, enquanto suas mãos firmes agarravam meus cabelos forçando o ritmo que ele queria.
— Que delicia de boca! — ele disse me puxando pra cima, emendando um beijo na minha boca, enquanto suas mãos hábeis tiravam toda a minha roupa.
Carlos era um macho completo: tinha pegada, beijava bem, era cheiroso, gostoso, seus pelos eram lindos e sua barba roçava no meu pescoço. Logo eu estava pelado tendo meu cuzinho invadido pelos dedos grossos dele.
— Será que esse cuzinho é tão gostoso quando a boca?
— O Yuri nunca reclamou — eu disse dando um riso safado, senti o pau dele pulsar contra minha barriga.
— Então deixa eu provar — ele me virou e encaixou a cabeça da rola no meu cu.
O corpo gigante de Carlos me abraçou, sua boca gemendo no meu ouvido enquanto sua pica ia me alargando. Minhas pernas bambeavam a cada centímetro que ele entrava em mim, permanência em pé somente pela força de seus braços que me enlaçavam.
Só voltei a realidade quando senti seu corpo as colar ao meu e a sua voz anunciar no meu ouvido que sua rola estava inteira dentro de mim.
— E o que você tá esperando pra meter em mim? — eu disse ofegante, a voz era um quase gemido.
E ele meteu. Suas mãos agarraram meu pescoço enquanto ele metia no meu cu como um touro. Eu sentia o calor de seu corpo indo e voltando a cada estocada, as gotas de seu suor pingando sobre meu corpo e seu perfume se misturando ao cheiro do nosso sexo.
Ele me jogou no sofá e me colocou de frango assado, sua pica entrou de uma vez só, batendo no fundo do meu cu, me arrancando gemidos e espasmos. Eu comecei a gozar descontroladamente enquanto ele continuava a meter em mim com toda força que tinha.
— Que delicia, Luquinhas — ele disse enquanto olhava em meus olhos — gozando sem tocar na rola?
— Culpa sua — eu disse, ele avançou e me envolveu em um beijo.
Senti seu leite me preencher com ele me beijando, rosnando de tesão, com a sua tola entrando e saindo do meu cu a toda velocidade.
Quando a velocidade diminuiu e o ritmo acabou, continuamos enrolados por algum tempo, cheguei a me lembrar da primeira vez com Yuri. Ele me puxou e me carregou em seus braços até o banheiro de seu quarto.
Nós tomamos banho descontraídos, rindo sobre o que tinha acabado de acontecer, brincando com a água e patolando a rola um do outro, depois fomos até a sala onde estavam nossas roupas.
— Você acabou com meu cuzinho — eu disse abrindo minha bunda as mãos e mostrando meu buraquinho que estava vermelho.
— Foi mal, Luquinhas. Você é muito gostoso, sua chupada me botou no pique de macuo fodedor — ele disse rindo.
— Então se eu chupar de novo… — eu disse já me pondo de joelhos e engolindo sua rola que endureceu na minha boca.
— Vai levar outra surra de pica — ele completou agarrando meus cabelos.
Carlos se sentou em uma poltrona que tinha na sala e eu fiquei entre suas pernas musculosas, empenhado em dar o meu melhor boquete. Eu só parei de chupar quando ouvi o barulho da porta abrindo, virando a cabeça para encontrar Yuri parado na porta. Só então percebi o tanto de tempo que havia se passado.
— Que porra é essa? — ele disse.
O pau de Carlos amoleceu na hora e ele me tirou de perto, indo até o filho pra se explicar, mas eu conhecia o tom de Yuri, e já tinha notado sua fantasia.
— Calma, pai — ele disse afastando o pai com uma mão, o acalmando — eu não ligo de vocês ficarem, nós temos uma relação aberta.
Me aproximei dos dois, passando por Carlos e chegando até Yuri, e nos enroscamos em um beijo apaixonado.
— Tá sentindo esse gosto? É da rola do teu pai — eu disse em nosso beijo, sentindo o pau de Yuri pulsar.
Carlos se sentou na poltrona, se masturbando vendo eu beijar Yuri que se despia com pressa. Eu me abaixei e comecei a chupar sua rola que já estava completamente babada. Eu via ele se exibir, guiando minha cabeça e passando as mãos pelo próprio corpo enquanto trocava olhares com Carlos.
Eu me levantei e puxei Yuri pelo pau pra deixar os dois próximos, então comecei a revezar entre pai e filho, chupando um enquanto masturbava o outro.
Fiquei ainda mais excitado quando Yuri se abaixou e começou a me beijar, levando a minha boca até a rola de Carlos e depois me beijando apaixonado.
— Tá gostando do gosto, mozão? — eu disse em seu ouvido.
— Muito.
— E por que não prova da fonte? — Carlos disse balançando o pau, seus olhos brilhavam e seu sorriso gritava sacanagem.
Yuri não se fez de rogado e avançou sobre o pau de Carlos, engolindo o máximo que podia. Eu posicionei ele de quatro e quando fui chupá-lo notei como seu cuzinho estava vermelho e vazando leite.
— Que delicia mozão, o Elias gozou dentro? — eu disse, já posicionando minha rola na entrada — vai ser meu lubrificante.
Eu comecei a meter em Yuri enquanto ele se dedicava em mamar o próprio pai, engolindo tudo, lambendo toda a rola, sugando a glande, enfiava a cara na virilha enquanto Carlos acariciava os cabelos dele.
Não demorou muito pra eu gozar, meu leite se misturando ao de Elias, meu pau pulsando dentro de Yuri enquanto ele gemia ao sentir meu leite preencher o cu dele. Me deitei no sofá, cansado por toda a putaria, e fiquei só observando os dois se pegarem.
Carlos se levantou e pegou Yuri, beijando ele com fervor enquanto encaixava a rola no cu gozado dele.
— Cabe mais leite aqui? — ele disse com um sorriso sacana.
— Vai ter que caber.
Carlos encaixou o pau na entrada e foi guiando com seus braços fortes a bunda de Yuri para que a rola entrasse. Foi uma delícia ver a cabeça grossa do pau de Carlos invadindo aquele cu sem muita dificuldade, e o leite escorrendo enquanto a pica ia entrando.
Quando eles se colaram por completo os gemidos mataram e eles ficaram um tempo se olhando em silêncio e, então, entraram um beijo selvagem, como se o tesão não coubesse em seus corpos.
Carlos começou a movimentar e sua pica entrava e saía, empurrando o leite que vazava pelo cu arrombado de Yuri, o meu leite e de Elias escorrendo pelas pernas de Carlos que estava prestes a misturar a porra dele com a nossa.
Eles se ajeitaram no sofá ao meu lado e Yuri começou a cavalgar com vontade no pau de Carlos enquanto ele se beijavam vorazmente. Carla começou a gemer mais alto e puxou Yuri pra si com tudo, enquanto gozava dentro dele. Yuri se masturbou em cima dele e gozou no peito de ambos.
Depois tomamos banho novamente e eu fui pra casa depois de dar um beijo de até logo em casa um, eles precisavam conversar. Yuri me contou que ficou um clima estranho de início mas eles conversaram e se entenderam, que ele achava que rolaria outras vezes.
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