MEUS AMIGOS (15)
Aqui é o Gabriel, minha vez de fazer vocês baterem uma.
Era sexta, dia de treino de vôlei. Estávamos nas semifinais de um campeonato interescolar e o professor Zé estava pegando pesado no treino com a gente, bem, quase todos. A estrela do time, Thiago, estava tranquilo se hidratando no banco enquanto a gente treinava saques, bloqueios e cortes.
— Não tá bom ainda, Gabriel — ele gritava no canto da quadra — repitam!
Eu e meus colegas de time continuamos repetindo por mais alguns minutos e já tinha tocado o sinal, alguns alunos que moravam longe correram para o portão, sequer tomaram banho.
Eu fui em direção ao vestiário mas fui interrompido pelo professor, que me segurou pelo ombro e me puxou até a arquibancada.
— Olha, sei que sou duro contigo mas é porque preciso! Se quer ser notado pela atlética da universidade que você se inscreveu, vai ser necessário levar aquele troféu pra casa.
— Eu sei prof, desculpa! — eu disse jogando uma garrafinha de água no meu rosto e corpo, para me refrescar — Eu tô estressado com essa semana de seminários, não consegui focar nos treinos.
Notei a hesitação dele em continuar o assunto e como seu olhar mudou, seguindo pela minha pele que brilhava pelo suor e pela água.
— Tem razão, garoto — ele retomou a postura e foi me guiando com suas mãos até o vestiário — relaxe um pouco e logo estará cem por cento para as semifinais!
Quando entramos no vestiário Thiago estava entrando no banho, o corpo todo definido, sem nenhum pêlo, uma delicia. Eu tirei meu shorts e minha camiseta já na entrada e fiquei andando pelo vestiário só de jockstrap, pra atiçar ele e o professor.
— Gabriel, acho que você perdeu a parte de trás da cueca — brincou Thiago, o professor aproveitou pra olhar e nós três rimos.
— É uma jock, deixa mais livre pra me mover — eu disse puxando os elásticos de trás e soltando, fazendo um barulho.
Vi o olhar dos dois pra minha bunda e fingi pegar algo na minha mochila, aproveitando pra empinar mais a bunda. Depois me virei e notei eles vidrados, o pau de Thiago estava meia bomba.
— Thiago, tô precisando melhorar no saque — disse enquanto tirava minha cueca, revelando meu pau que já tava duro — você pode me ajudar algum dia?
— Qualquer dia que precisar, Biel.
Liguei o chuveiro do lado dele e comecei a me banhar, o professor continuava a olhar para nós, em silêncio. Peguei o sabonete e comecei a passar pelo meu corpo, demorando mais no pau.
Fomos interrompidos pela chegada do zelador que perguntou alguma coisa para o professor, mas ele desconversou e disse que o zelador poderia ir embora pois ele fecharia o vestiário e a quadra sem problemas, voltando a se sentar em um banco que ficava de frente para nós.
— Essa água gelada é ótima pra te relaxar, Gabriel — a voz do professor Zé rasgou o silêncio — procura um massagista, também vai ajudar.
— Punheta conta como massagem? — eu disse, rimos.
— Eu posso ajudar — Thiago disse, nós olhamos para ele — na massagem.
Ele se aproximou por trás de mim e começou a massagear meus ombros, me fazendo soltar um gemido de alívio.
Por ele ser bem mais alto que eu, senti o seu pau duro roçando nas minhas costas enquanto ele me massageava, com o professor nos olhando sério apalpando o próprio volume.
Aproveitei a situação toda e comecei a me punhetar sentindo as mãos de Thiago percorrendo o meu corpo. Logo senti ele se abaixar um pouco e beijar o meu pescoço, seu pau cutucando o meu rabo.
Me virei e começamos a nos beijar, sua mão foi direto pro meu cuzinho e eu agarrei o pau dele, nos tocávamos com um certo desespero e pressionávamos nossos corpos em um abraço agoniante. Logo ele me forçou a ficar de joelhos, de frente pro seu pau.
Seu pau era um tesão, grosso e torto pra cima, agarrei ele e bati com ele na minha cara enquanto olhava nos olhos de Thiago. Ele sussurrava para eu chupar ele logo e continuava a repetir enquanto fazia cafuné no meu cabelo.
— Posso? — eu disse olhando para o professor Zé, que estava com a mão dentro da calça, se masturbando enquanto nos assistia.
— Relaxa, garoto — ele disse, com um sorriso sacana.
Eu engoli a rola até o final e forcei até engasgar naquela vara. Thiago já tinha ligado o foda-se e gemia alto com a minha mamada, comigo sugando cada centímetro daquele cacete gostoso, já tinha ocupado meu lugar de putinho.
Thiago me puxou para cima e me envolveu em um beijo de tirar o fôlego enquanto suas mãos amassavam minhas nádegas e seus dedos forçavam entrada no meu cu, ele tinha pegada.
— O prof vai deixar você meter no meu cu? — eu disse entre nossos beijos.
— Ele não manda em nada aqui, eu que mando — ele me botou de costas, com as mãos apoiadas na parede, e deu dois tapas na minha bunda — vem preparar o cuzinho dele pra eu meter.
Quando fui me virar pra olhar Thiago voltou a minha cabeça para frente e me mandou relaxar. Depois ouvi os passos do professor em minha direção, um som dos dois se beijando e então senti as mãos grandes do professor abrirem minhas nadegas e sua língua encostar no meu cuzinho.
Estava viajando naquele cunete delicioso, ele tinha muito habilidade com a língua e percorria todo meu rabo entre beijos, linguadas e mordidas, chupava o meu saco e lambia o meu pau.
— Que delicia, tá com a minha favorita — ouvi a voz de Thiago e olhei pra trás, tenho visão de uma cena inesquecível.
O professor estava de quatro se empenhando no meu cunete usando só uma tanga vermelha que Thiago prontamente puxou pro lado e começou a enfiar no cu dele.
Ele não reclamou em nenhum momento com a pica entrando, só arfou quando ele meteu tudo dentro e começou a meter rápido e forte no cu do prof.
Eu senti toda a potência das metidas com José vindo pra cima toda vez que fazia barulho dos corpos dos dois se chocando, além dos sonoros tapas que Thiago dava na bunda dele.
— Tá aguentando tudo, como sempre — Thiago dizia rindo de forma sádica — já preparou o cuzinho dele?
— Tá do jeito que você gosta — disse Zé entre os gemidos.
Logo Thiago se desvencilhou de Zé e veio em minha direção, me tomando em seus braços e me beijando enquanto me levava para os bancos do vestiário.
— Nossa primeira vez tem que ser bem confortável— ele dizia enquanto me beijava.
Ele me colocou de frango assado em um dos bancos e encaixou o pau na entrada, tudo isso enquanto me olhava com aquela cara de puto. Ele foi forçando entrada no meu cuzinho e meteu decidido, só parando quando sua virilha encostou no meu corpo.
— Tá tudo dentro.
— E você tá esperando o que pra me fuder? — eu disse retribuindo o sorriso safado.
Ele ficou ainda mais feroz e me pegou pelas pernas se aproximando ainda mais, se apoiou no banco e começou a socar no meu rabo. Sentia toda a virilidade e os músculos dele forçando entrada em mim e eu estava adorando aquilo.
Zé se aproximou e começou a beijá-lo enquanto se masturbava. O pau do prof era bem gostoso também, a cabeça vermelhinha escondida pelo prepúcio babando brilhava e me dava vontade de chupar.
— Me dá essa rola — eu disse esticando a mão pra ele — me dá pra mamar.
Logo fui colocado de quatro e levei as bombadas de Thiago enquanto Zé socada ferozmente na minha boca, usando ela como se fosse um cu.
Thiago aumentou a cadência de metidas e começou a gemer mais alto, urrando enquanto despejava seu leite no fundo do meu cu. Ele arfava de cansaço e tesão e se jogou para o banco ao lado enquanto eu e Zé trocamos olhares.
Não demorou até ver o professor tirar o pau da minha boca e ir em direção ao meu rabo, mas eu parei ele antes e coloquei ele de quatro no mesmo lugar em que eu estava levando pica momentos antes.
Dei um tapa forte naqueles glúteos malhados, que arrancou um gemido do prof, e me posicionei atrás dele com a pica bem na entradinha daquele cu.
— Pede pro teu macho vai — eu disse pincelando o pau no cuzinho dele — pergunta se tu pode dar pra mim.
— Moleque safado — ouvi ele rosnar.
— Pede logo, tu não quer levar pica? — eu dei outro tapa na bunda dele.
Ele ficou relutante, empinou o rabo pressionando contra minha rola mas eu recuei. Então ele se virou para Thiago.
— Amor, deixa ele meter em mim?
Era um tesão ver aquele macho grandão de quatro pedindo permissão para dar o cu. Thiago fingiu estar pensativo e depois se aproximou de Zé lhe dando um beijo na boca.
— Mostra pra ele como você gosta de vara — e então olhou pra mim, dando aval — mete nele, com tudo.
Eu comecei a enfiar dentro do professor, senti seus músculos contraindo enquanto ele se agarrava a Thiago, os dois se beijando, enquanto eu continuava a meter pica naquela bunda gostosa.
Continuei metendo com toda velocidade e força que minhas pernas aguentavam, agarrando suas ancas com meus dedos até marcar a pele dele, o corpo dele balançava a cada metida.
Zé se engasgava com os próprios gemidos, sequer tinha forças pra continuar a beijar Thiago, descansando a cabeça no ombro dele enquanto grunhia manhosamente pelas socadas.
Comecei a sentir meu pau inchar e pulsar dentro de Zé enquanto começava a cuspir vários jatos de leite dentro daquele cu gostoso. Thiago se curvou e começou a me beijar enquanto eu gozava.
Depois disso me coloquei de joelhos e posicionei Zé de frango assado, chupando seu pau enquanto dedava seu cuzinho. Me surpreendi quando Thiago começou a chupar aquele pau junto comigo.
— Ai que delicia, eu vou gozar — disse Zé, entre gemidos.
Ele começou a gozar, banhando nosso rosto com seu leite grosso. Eu e Thiago o dividimos em um beijo delicioso, depois nos levantamos r fomos nos limpar.
Enquanto nos banhávamos Zé e Thiago me contaram que eles começaram a ficar.
— Em uma viagem de um campeonato estadual, eu peguei o Thiago batendo uma no quarto.
— E esse safado ofereceu o cu para que eu relaxasse — ele disse dando um beijo no prof — e eu aceitei.
— E nunca mais paramos.
Achei um tesão a relação dos dois. Depois do banho o professor Zé me deu carona e me deixou em casa, na saída dei um beijo nele e ficou a promessa de repetirmos aquela putaria.
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