MEUS AMIGOS (14)

 Quinta. Acordei já ansioso para o “encontro” que teria com Marcos, nós conversamos durante os dias mas nada demais. Além disso, Guga e Yuri já estava de bem novamente, tudo estava tranquilo, só que ainda não havíamos contado das nossas transas para ele.

Me levantei, me arrumei e logo estava saindo, Elias e Yuri já estavam me esperando conversando na porta de casa. Passamos casa de Guga e fomos andando até a escola conversando.

— Acabou que vocês nem tiveram a chance de contar o que rolou no final de semana.

Nós três nos olhamos e eu e Yuri sinalizamos para que Elias contasse.

— É… bom… nós… — Elias ficava gaguejando, não sabia como começar a falar, estava ficando engraçado.

— Fala logo, Elias! — disse Yuri.

— Nós estamos ficando! — disse Elias com firmeza, todos nós paramos para ver a reação de Guga.

— Você e quem?

— E eu — eu disse.

— E eu — Yuri repetiu.

Guga ficou parado com uma cara de espanto e depois começou a rir.

— Que safados! Eu já imaginava que o Yuri acabaria se descobrindo bi, mas você foi surpresa, Elias.

Rimos da reação dele e acabei ficando mais confortável de termos contado tudo pra ele. Nada aconteceu de importante nas aulas e depois marcamos de nos encontrarmos na casa de Yuri depois de almoçar .

Quando cheguei na casa dele o sr. Carlos estava andando só de toalha pela casa.

— Boa tarde, sr. Carlos.

— Boa tarde, Luquinhas! Como estão seus pais?

— Chegaram terça, onde está o Yuri?

— Tô aqui — ele chegou na sala e me deu um beijo, vi o sorriso sacana de Carlos vendo nosso beijo. 

— Arranjem um quarto — ele disse nos zoando e indo pro quarto se vestir — e camisinha!

Entramos pro quarto e já começamos a nos beijar, tirando nossas roupas e nos apertando e acariciando.

Coloquei Yuri de quatro e comecei a chupar o cuzinho dele, ele gemia alto na minha língua, com certeza o pai dele estava escutando nossa putaria, já que estávamos de porta aberta (sei que isso foi loucura).

Yuri me deitou e começou a encaixar no meu pau e foi descendo devagar enquanto gemia conforme minha rola ia entrando, seu pau duro balançava e ele rebolava na minha vara.

— Mete no meu cu, seu puto — Yuri dizia alto, com certeza o pai dele estava ouvindo.

O safado foi aumentando o ritmo e nossos corpos se chocando já faziam barulho, eu não aguentei mais tempo e comecei a gozar dentro dele. Enquanto meus jatos preenchiam o seu cu ele ia se masturbando e gozando, atingindo minha barriga e meu rosto.

Saímos pelados mesmo do quarto e fomos tomar banho juntos, ouvimos um grito de Carlos se despedindo e logo estávamos só nós dois.

— Impressão minha ou você queria que ele me pegasse comendo você?

— Talvez.

Queria saber mais sobre essa vontade dele mas fomos cortados com a chegada de Elias e Guga, que nos pegaram no banheiro. Eu e Yuri demos um beijo em Elias.

— Vai quer um também, Guguinha? — disse Yuri rindo.

— Só se for do teu pai — ele disse e nós quatro gargalhamos. 

A tarde foi tranquila, contamos para o Gustavo de Gabriel, Pedro e do Professor Marcos, e ele nos contou do professor Zé e do Thiago, que nos deixou de queixo caído.

— Então o puto do Thiago tá recebendo mamada do gostoso do professor Zé? — eu disse.

— Até eu fiquei com inveja — Elias falou.

— E o Lucas vai sentar na rola do professor Marcos hoje.

— Tomara! — eu disse — aliás, tô vazando! Vou me arrumar, até mais — eu disse dando um beijo em cada um deles, no Guga foi na bochecha, claro.

Quando estava de saída dei de cara com Carlos, estava todo de social chegando do trabalho, um gostoso.

— Já vai, Lucas?

— Vou sim, vou pro cinema hoje.

— Você botou pra detonar no Yuri, hein? Vai pagar um cineminha pra compensar? — ele disse rindo, apertando o pau por cima da calça.

— Nada, ele vai ficar em casa com o Elias — eu me aproveitei e falei mais baixo, provocando — com o tamanho da rola que ele tem, aí sim que ele vai ser detonado.

— Eita, vai ser só a gritaria então? — ele lambeu os lábios.

— Mas você nem vai ouvir, o Gustavo vai estar gritando no seu colo — eu disse dando um sorriso safado, depois mudei o semblante para carinha de bom menino — até mais, senhor Carlos! — e dei um beijo na sua bochecha.

Cheguei em casa de pau duro da conversa que tive. Escolhi a roupa e tênis que ia usar e fui tomar banho, depilei meu cuzinho e aparei os demais pêlos do corpo pra ficar bem lisinho no toque de Marcos.

Enquanto terminava o banho recebi um vídeo de Yuri sentando no pau de Elias, os dois gemiam alto e dava pra ver que a porta do quarto de Yuri estava aberta, de novo.

Saí do banheiro e já no meu quarto mandei uma foto de quatro pra eles, depois fui me vestir. Coloquei minha roupa e meu tênis, passei o meu perfume e em menos de vinte minutos já estava na frente de casa vendo o carro de Marcos chegar.

— Chega antes das 22:00 — disse o meu pai, marrento.

— Deixa o menino — ela disse puxando ele pra dentro, rindo.

Entrei no carro e fiquei paralisado observando como Marcos era gato; ele estava usando uma camisa xadrez azul que ficava bem justa nos seus braços fortes e no seu peito.

— Boa noite, Lucas — ele disse sorrindo.

— Boa noite! — respondi depois de alguns segundos, estava encantado.

— Espero que essa noite seja incrível, assim como você — ele disse, dando partida no carro.

Paramos no estacionamento do shopping e ele correu para abrir a minha porta e me acompanhar até a entrada.

— Uau, Marcos! Você sempre foi o cara certinho, mas hoje está sendo um cavalheiro.

— Você merece — ele disse enquanto acariciava meu rosto.

Nós chegamos no cinema quase em cima da hora, só deu tempo de comprar as pipocas e entrar na sala que os trailers já começavam. Ele me puxou pela mão até nossos lugares e nós sentamos em silêncio e quando ele ia soltar minha mão eu segurei a dele e ficamos assim durante a sessão.

O filme foi muito bom, mas me diverti mesmo foi com as reações de Marcos que vibrava com cada acontecimento (isso tudo sem soltar a minha mão). Na saída ele me chamou pra ir ao banheiro, já que havíamos tomado refrigerante enquanto assistíamos o filme.

— Espera ai que tô apertado — disse ele tirando o pau pra fora e mijando no mictório enquanto a gente conversava.

Um cara se aproximou de Marcos e fez sinal puta que ele o seguisse até o reservado.

— Não vai rolar, tô acompanhado — ele disse puxando a minha mão e me levando até o estacionamento.

— Você tá doido né, Marcos — eu disse rindo enquanto entrávamos no carro — e se alguém nos visse juntos? Ia dar merda pra você.

— Acho que tô doido mesmo! Mas é por você — ele disse me puxando pelo queixo para um beijo. 

O beijo foi diferente de qualquer outro. É como se toda a tensão entre nós fosse descarregada pelo toque de nossas bocas, suas mãos me segurando enquanto nossos lábios e línguas se enrolavam suavemente. 

Eu nem consigo contar quanto tempo durou aquele beijo, mas lembro de ter sentido falta de beijá-lo assim que acabamos e nos olhamos. Ele sorriu e logo deu partida no carro, saindo do estacionamento com certa pressa.

— Vou te levar lá pra casa, ok? — ele disse dando uma apertada na minha coxa.

— Tudo bem — eu disse gaguejando, minhas pernas estavam fracas e eu ainda recuperava o meu fôlego daquele beijo.

— Fica tranquilo, não vou fazer nada que você não queira.

— O problema é que tudo que eu quero vai levar umas três semanas na sua cama — eu disse, fazendo ele rir.

 Nós chegamos na casa dele e ele já foi me puxando para um beijo, fomos nos enroscando até o quarto dele enquanto desajeitadamente tirávamos nossas roupas.

 Ele estava ainda mais gostoso do que lembrava de ter visto no banheiro da fazenda, ele era um magro definido com um peito avantajado com pelos, braços fortes e as pernas também peludas e quando ele tirou o pau pra fora revelando sua virilha lisinha e a glande rosada toda babada tudo ficou ainda mais quente.

Quando me abaixei para chupá-lo fui impedido por ele, que me jogou em sua cama e me despiu enquanto beijava todo o meu corpo. Sua cara de bom partido deu lugar ao semblante de um macho comedor, com suas mãos arrancando cada peça de roupa minha e, por fim, se encaixando entre minhas pernas.

Ele beijou todo meu corpo, correndo sua boca até a minha até que engatamos novamente, agora mais voraz e sexual, ele me beijava enquanto seu pau roçava no meu saco e no meu cu.

Logo ele puxou minhas pernas e colocou minha bunda na altura de seu rosto e começou a me chupar. Ele apertava minha bunda e dava talas que me arrancavam gemidos que pareciam incendiar ainda mais o desejo dele.

Ele me jogou de novo na cama e veio com o pau direto no meu rosto, me segurando pelos cabelos e me fazendo engolir sua rola inteira de uma vez só. Meu pau pulsava com cada toque dele, de como estava sendo tratado como uma presa e ele bombava na minha boca sem dó.

— Sem engasgar — ele disse me puxando pelo cabelo, me forçando a olhar pra ele — não queria pica? Tô te dando.

Ele voltou a socar com toda intensidade, com seus olhos brilhando refletindo o meu rosto com os olhos cheios de lágrimas, a baba escorrendo enquanto eu me engasgava na rola dele e os grunhidos que eu soltava involuntariamente de tanto tesão.

Bruscamente ele me colocou de quatro na cama e voltou a chupar o meu cu enquanto encapava a própria rola com uma camisinha. Só então fui notar como sua rola era grossa, acho que tinha o mesmo tamanho que a minha mas era extremamente grossa, com uma cabeça rosa que brilhava e expelia pré-gozo.

Ele terminou de encapar e senti ele passar um lubrificante refrescante no meu cuzinho e logo depois o calor da cabeça da rola dele forçar contra o meu cu.

— Tá quase entrando, Lucas — ele disse me olhando com uma cara séria — quer ser arrombado? Última chance pra desistir.

— Enfia logo — eu disse empinando minha bunda.

Só consegui ele sussurrar um “filho da puta” e depois meu cu sendo alargado pela rola grossa me invadindo. Eu me agarrei aos lençóis da cama enquanto meu corpo estremecia ao ceder espaço pra tora dele.

— Tá tremendo na rola? Tu não queria? — ele disse se curvando, próximo do meu ouvido, enquanto continuava a meter.

Eu só consegui gemer como resposta, e quase gozei quando sentir seus pêlos encostando na minha bunda. Ele me puxou para junto dele e começou a bombar no meu cu, eu estava delirando de tanto prazer, misturado com dor e ele falando putaria no meu ouvido.

Ele continuou socando no meu cu, puxando meus cabelos e beijando o meu pescoço, o ritmo aumentando e cada metida fazia meu corpo balançar com o choque de nossos corpos até que ele anunciou no meu ouvido que ia gozar.

— Goza na minha cara — eu disse ofegante, a voz falhando — por favor.

Ele me guiou pelos cabelos de novo e se colocou de joelho na minha frente, arrancou a camisinha e começou a se punhetar na minha cara. Não demorou muito e começou a gemer ainda mais, enquanto eu olhava tudo fascinado. 

— Eu vou gozar — ele acelerou a punheta e urrou enquanto gozava lavando o meu rosto com a porra dele.

Perdi a conta de quantos gatos atingiram o meu rosto, já estava de olhos fechados e ele me puxou para um beijo compartilhando o esperma dele.

— Tá todo gozado, curtiu?

— Muito — eu disse entre os nossos beijos.

Depois tomamos um banho juntos, ele limpou a gozada da minha cara e me masturbou no banho enquanto nos beijávamos, ele abaixou para engolir minha porra e depois nos beijamos compartilhando ela também.

Ele fez uma janta que estava ótima, nós dois de cueca na cozinha, ele me encheu de beijos e carinho e até queria que eu dormisse lá.

— Você é fofo e safado, achei engraçado essa dualidade — eu disse deitado com a cabeça no colo dele, estávamos em um dos sofás da sala dele.

— Tava doido pra te foder, ai não aguentei e tive que ser mau, você tava me atiçando.

— E eu adorei — eu disse, dando um selinho nele.

— Quer dar uma romântica agora?

Eu olhei a hora no celular e vi que estava tarde, então só demos mais uns beijos e ficou prometido que iríamos nos encontrar no sábado de novo.

Ele me deixou em casa e meu pai e minha mãe pareceram curiosos sobre a minha saída, mas minha mãe não fez perguntas e nem deixou meu pai fazer, ela dizia que todo adolescente merece privacidade para as descobertas.

Quando deitei na minha cama e olhei meu celular tinha várias fotos e videos de Yuri sentando na rola de Elias, uma inclusive no sofá da sala, com ele de frango assado.

Desculpa pela demora, mas tive outra viagem nessa semana e terei mais uma nessa próxima, então o conto pode demorar um pouco de novo. Espero que tenham gostado dessa parte e deem o feedback de vocês no twitter e Instagram, @contosdog.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Sogro Puto, Genro Safado (5)

Sogro Puto, Genro Safado (1)

Sogro Puto, Genro Safado (7)