MEUS AMIGOS (12)

 Acordei, já estava anoitecendo. O garoto continuava deitado em meu peito, relembrei de toda nossa transa mas nem tive tempo de ficar duro e já me veio uma tempestade de questões.

Não me leve a mal, não sou hipócrita e nem estava arrependido do que fiz. Eu sou um homem muito bem divorciado, Yuri já me viu com muitas mulheres e também sabe que já tive algumas relações com amigos meus, mas não sabia qual seria a reação dele quando eu dissesse que fodi um dos melhores amigos dele.

Olha, eu conheço o meu filho e sei que ele é superprotetor com seus amigos, e não conseguia pensar em manchar toda a relação e confiança entre nós por causa de algo que eu fiz e, pior, que eu queria fazer de novo!

— Garoto, acorda! — eu disse com uma voz serena, não quis acordá-lo no susto.

Ele abriu os olhos sonolento, Gustavo era realmente um rapaz muito bonito. 

— Ah…. Me desculpa, acho que dormi além da conta! — disse ele se levantando e sentando na cama, parecia desconfortável enquanto procurava as próprias roupas.

Ele partiu para a sala tagarelando algumas coisas e eu fui seguindo ele, paciência.

— Desculpa, sr. Carlos, isso não vai se repetir — disse ele enquanto colocava a roupa desajeitadamente.

Fui até ele, segurei seus ombros e o guiei até o sofá, ele parecia nervoso.

— Garoto, se acalme — eu olhei ele nos olhos, tinha que passar confiança — você se arrepende do que fizemos?

— N-não.

— Eu também não. Do que você tá com medo?

— O que eu vou fazer? E o Yuri — ele olhou em meus olhos, tinha uma mistura de culpa e desespero.

Passei a mão em seu rosto, avancei calmamente e dei um beijo leve nele, depois outro e mais outros até que ele estava mais calmo.

— Eu conto pra ele, se você quiser — eu disse — ou isso pode ser um segredo nosso.

— Acho melhor você contar do que ele descobrir abrindo a porta de casa e me encontrando sentado no seu pau — ele disse e começou a rir.

— Acho bom então ele não abrir a porta nos próximos minutos — disse eu já sacando meu pau da cueca.

Guga não perdeu tempo e já se ajoelhou e começou a mamar minha rola, eu guiava a cabeça dele com a mão e fazia ele lamber minhas bolas também.

Meu celular tocou e precisei dar uma pausa pra alcançar, mas logo Gustavo estava com meu pau na boca de novo. Atendi o celular e era o pai dele perguntando se ele estava em casa.

— Ele está aqui sim — Guga me olhou curioso, continuava me chupando — veio buscar um HD que estava com Yuri e pedi pra ele me ajudar com um negócio de eletrônica já que ele é bom nisso.

— Ah, então tudo certo! Avisa ele que a janta está quase pronta e fala para ele olhar o celular, mandamos mensagens mas ele não viu.

— Acho que ele deixou na sala, vou avisar! Obrigado meu amigo, você tem um menino de ouro em casa! — disse enquanto Gustavo sugava a cabeça da minha rola.

Desliguei o celular e puxei Gustavo para o meu colo, dei uns beijos neles enquanto ia dedando o seu cuzinho.

— Vai pra casa garoto, seu pai que mandou - disse dando um tapa na bunda dele.

— Não vai me dar leite? — disse ele com a carinha de pidão enquanto se vestia.

— Vem amanhã que eu passo o sábado com você, garotão — disse eu, dando um beijo de despedida nele.

Fechei a porta e comecei a planejar o dia seguinte. Conversei com um antigo amigo meu que tinha uma chácara, falei que ia visitá-lo no dia seguinte e que levaria um acompanhante.

Já no sábado passei a manhã conversando por mensagens com Gustavo, além de combinar os detalhes da nossa ida à chácara com meu amigo.

Depois fui em uma distribuidora de bebidas, peguei algumas grades de cerveja e uns refrigerantes, tomei um banho, passei perfume e me arrumei, depois passei na casa de Gustavo e partimos para a chácara.

— Você tá um gato — eu disse enquanto ele entrava no carro, ele ficou ruborizado.

— Bobo! Você que é lindo — ele disse fechando a porta do carro, nos beijamos e seguimos. 

O trajeto foi bem tranquilo, era perto da cidade e logo chegamos. Quando estacionei o carro meu amigo já veio nos receber.

Heitor é um coroa lindo de 53 anos, está começando a ficar grisalho, é bem parrudão e tá em boa forma. Ele nos recebeu sem camisa e vestia apenas um calção de futebol, nos deu um aperto de mão dizendo que estava suado, mas já puxei ele para um meio abraço e apresentei Gustavo.

— Meu brother, esse aqui é o Gustavo, amigo do meu menino.

— Prazer, Gustavo. Meu nome é Heitor — ele apertou a mão de Guga já o puxou para dentro tagarelando que era pra se sentir em casa e que ia preparar algo pra ele beber.

— Calma, meu amigo. Ele não vai beber hoje não — eu disse quando estávamos entrando na sala.

Fui deixar as coisas na cozinha da área externa, um ambiente bem bonito com piscina e uma área de convivência bem bonita com churrasqueira, eles me acompanharam e Heitor já tinha aceso o fogo, e nos ofereceu um banho de piscina.

— Eu não trouxe calção pra isso — disse Gustavo, ele parecia empolgado mas desapontado por não poder entrar.

— Entra de cueca — disse Heitor.

Gustavo não se fez de rogado e logo estava se despindo na nossa frente, ficando só de cueca.

Fiquei admirando o corpo dele, gordinho começando a ter pelos no corpo, as coxas bem grossas e já peludas, a barriguinha saliente e a bunda gorda apertada pela cueca que ele usava, uma slip azul.

Ele foi entrando na água e eu fui pra perto do meu amigo, quando notei que ele também estava secando o corpo de Gustavo enquanto ajeitava o pau. Dei um tapa na bunda dele zoando e ele ficou meio sem graça quando viu que eu notei.

— E aí meu amigo, vai uma cervejinha? — eu disse já servindo dois copos para nós.

Nós bebemos enquanto ele ia ajeitando a carne e eu depois de um tempo falei que ia entrar na piscina também. Arranquei minha roupa e fiquei só de sunga, depois tirei ele e fiquei pelado, Gustavo ficou surpreso e Heitor deu risada.

Heitor conhece o meu jeito e já aprontamos muito juntos, já ajudei meu amigo a pular a cerca muitas vezes e ele já me viu comer muita gente (mulher e homens), incluindo alguns amigos nossos, e manteve tudo em sigilo.

Entrei na piscina junto de Gustavo mas ele ficou retraído diante do olhar de Heitor, fui brincando com ele, fomos conversando descontraídos, comecei a tocá-lo por baixo d'água e logo estávamos no canto da piscina.

Gustavo me masturbava lentamente por dentro da água enquanto a gente batia um papo tranquilo, inclusive Heitor participava da conversa.

— Me diz aí, Gustavo, Yuri apronta muito? — questionou Heitor, até eu fiquei curioso.

— O Yuri é um safado, já comeu a vizinhança toda! Mas eu fico só na punheta — ele disse enquanto ria sacana pra mim e continuava a me masturbar.

— E não fizeram nenhuma putaria? — Heitor fez outra pergunta.

— Só comigo — eu disse pros dois escutarem.

Heitor riu enquanto Guga dava um risinho sem graça, sem largar meu pau. Avancei até ele e comecei a beijá-lo, correndo minha mão por todo o seu corpo.

Fui abraçando ele enquanto nosso beijo ia esquentando, logo eu fui deslizando pela sua anca e tirei sua cueca devagar. Peguei ele na mão, rodei e joguei pra fora da piscina, Guga me olhou surpreso mas não parou nosso beijo.

— Carne tá pronta, pode vir — disse Heitor, o safado tava de olho na gente.

Me desvencilhei do beijo e sai da piscina pelado mesmo, com o pau duro apontando pra frente. Heitor riu quando me viu mas não falou nada, ficou vidrado no meu pau.

— Vem logo menino, antes que esfrie — disse Heitor com voz de bronca, mas sei que o puto só queria ver o corpo dele.

Gustavo saiu da piscina cobrindo a rola e procurando onde eu tinha jogado a cueca dele.

— Só tem homem aqui, Gustavo. Vem logo — eu disse em tom de ordem, ele assentiu e veio comer com a gente.

Comemos um pouco, bebemos uma cervejinha enquanto Guga continuava no refri, tudo isso pelados e um volume generoso no calção de Heitor.

Gustavo parecia curioso na minha relação com Heitor e logo nos perguntou como nos conhecemos.

— A gente se conheceu no trabalho — disse Heitor — há uns dez anos atrás, eu era superior dele.

— A gente virou amigo mesmo em uma conferência que fomos.

— Nós dividimos quarto com mais dois caras e no primeiro dia eu já peguei esse maluco botando um amigo meu casado há anos pra mamar ele.

Nós dois rimos lembrando do acontecimento e logo o pau de Gustavo voltou a ficar duro, Heitor e eu também estávamos em ponto de bala.

— E você não apronta, Heitor? — disse Gustavo, provocando.

—Esse puto só observa — disse eu dando um tapa na bunda de Heitor, que tentou se esquivar dando risada.

Logo a brincadeira teve que ser interrompida pois ouvimos um carro chegando na casa, colocamos nossas cuecas corrend, me senti um adolescente aprontando, haha.

— Fala, seus putos! — um homem gritou na porta que dava passagem para até de laser, carregando uma caixa de cerveja.

Era Jonas, o mais novo do trabalho. Se vocês me acham puto, ele é dez vezes mais.

Jonas é loiro com o cabelo bem curto, estilo militar, é bem musculoso e tem umas pernas grossas e uma bunda redonda que mata qualquer ativo de vontade.

— Tá maluco, cara! Achei que era a patroa — disse Heitor cumprimentando Jonas com um abraço.

— Tavam aprontando, safados?

— Tava quase! Só tava falando um cuzinho — eu disse dando um apertão na bunda de Jonas que nem tentou desviar.

— E quem é você, novinho? — disse Jonas apertando a mão de Gustavo.

— Prazer, Gustavo.

— Eu sou Jonas e o prazer é todo meu — disse ele dando um sorriso bem sacana.

Gustavo parecia ainda mais curioso que antes, mas estava mais descontraído, entrando nas brincadeiras de Heitor e Jonas, que eram dois putos.

— Então você é amigo do Yuri? — disse Jonas rindo — aquele moleque é um comedor, ele já fodeu até amiga minha.

Fiquei orgulhoso de meu filho, e me veio de novo a sensação de culpa de novo de ter mancado com ele.

Heitor chamou Gustavo para dentro da casa, dizendo que ia apresentar o lugar, e eu fiquei na área de laser conversando com o Jonas.

— Cara, eu sei como tá tua cabeça agora.

— Nem quero pensar nisso — disse eu, olhando pra baixo.

— Cara, teu filho é foda porque tu também é foda — disse Jonas tentando me animar, me pegando pelos ombros — e daí que tu comeu o Gustavo? Cê tá tratando o moleque bem.

Eu fui ouvindo os conselhos e ficando mais aliviado com a situação, mas ainda ficava uma voz me assombrando. Logo os dois voltaram da “tour” e Heitor nos convidou para dormir lá.

— Eu vou ter que voltar pra casa, tenho um trabalho pra fazer — disse Gustavo cabisbaixo.

— Eu te levo, gatinho — liguei o foda-se e puxei ele pra sentar no meu colo, dando um beijo no pescoço dele.

Ele ficou meio sem graça no começo mas logo tava normal, exceto por um volume maior na cueca.

— Acho engraçado você não serem todos homofóbicos — disse Gustavo rindo de como éramos desinibidos.

— O Carlos já me pegou de quatro com uma rola enfiada no cu em uma despedida de solteiro, fica difícil manter a pose de hétero — disse Jonas servindo uma rodada de drinks.

Nós rimos e eu senti o pau de Gustavo escapando da cueca, só eu tinha visão já que Heitor e Jonas estavam do outro lado da bancada.

— E o Heitor me pegou sendo mamado pelo Renato — eu disse, todos nós rimos — eita boquinha santa.

— E o puto ainda socou uma punheta te assistindo comer o Renato — disse Jonas.

Corri a mão pelo corpo de Gustavo e alcancei seu pau masturbando ele enquanto íamos contando essas histórias.

— E como você acabou com uma rola no cu, Jonas? — Gustavo perguntou e a tensão sexual ficou ainda maior, todos calados esperando a história.

— É, novinho… Tudo começou quando o Heitor alugou quartos de um hotel top pra gente se hospedar na despedida de solteiro de um brother nosso do trabalho, eu acabei ficando no quarto dele e vi aquela rola linda antes da gente ir pro clube de strip. Paguei a mulher mais gostosa que tinha pra provocar ele e deu certo, o cara chegou no hotel doido pra fuder e eu ensinei o valor de uma boa mamada de outro macho e uma no cu — disse Jonas rindo — pena que esse porra interrompeu — disse ele apontando pra mim.

— E aí rolou menage? — Gustavo perguntou.

— O cara brochou na hora, ficou desesperado, sorte que eu e o Carlos conseguimos acalmar ele antes do surto, mas nem tinha mais clima.

— Se continuar contando o garoto vai gozar na minha mão — eu disse surpreendendo os três.

Heitor e Jonas vieram conferir e acharam o pau de Gustavo entre meus dedos.

Larguei o pau de Gustavo para que ele não gozasse logo e comecei a beijá-lo, tirei minha cueca e a dele e continuamos nos pegando. Depois notei que Jonas e Heitor já estavam pelados olhando pra nós e se punhetando, então abri bem as nadegas de Gustavo para que eles vissem seu cuzinho.

— Quer dar um showzinho pra eles, gatinho? — eu sussurrei no ouvido dele e ele balançou a cabeça concordando.

Botei o garoto de joelhos e ele começou a mamar com vontade, já não tinha mais timidez na ação dele. Chamei meus amigos pra se aproximarem e eles ficaram ao meu lado, os olhos vidrados na ação de Gustavo, enquanto suas mãos trabalhavam arduamente.

Gustavo se levantou, andou até Heitor que estava ao meu lado e começou a beijá-lo. Achei que ia ser repreendido mas meu amigo o enlaçou com os braços firmemente e retribuiu o beijo. Logo eu senti a boca de Jonas me mamando enquanto assistia Gustavo sendo engolido por Heitor.

Ver Heitor que nunca tinha participado de nenhuma putaria se perder na boca de Gustavo me deu um baita tesão, comecei a meter na garganta de Jonas sem dó, sabia que ele curtia assim.

Logo ajeitei meu amigo de quarto em espreguiçadeira que tinha ali e comecei a preparar pra meter, dei um banho de língua, chupei gostoso seu buraquinho enquanto ele gemia.

Quando me levantei e apontei a rola para Jonas, me surpreendi com a visão: Heitor de joelhos com a rola daquele novinho safado na boca, Gustavo dando tapas na cara dele enquanto meu amigo só gemia de tesão.

Aquilo me deu um gás e eu soquei tudo de uma vez no cu de Jonas, que caiu pra frente mas eu sequer dei chances dele fugir.

— Toma rola nesse cu gostoso — eu sussurrei no ouvido de Jonas, com meus olhos vidrados no boquete de Heitor. 

— Ai meu cu, seu filho da puta! — disse Jonas entre gemidos.

Continuei metendo no cu dele, que aos poucos começou a rebolar na minha rola e logo já estava sendo aquele puto que eu conheço, com o cu bem empinado e pedindo mais vara.

Em outra espreguiçadeira Heitor se colocava de quatro e Gustavo começava a chupar e a dedar seu cuzinho, preparando pra tirar o lacre daquele cu.

Troquei de posição guiando Jonas pela cintura e fomos até a outra espreguiçadeira, dando nossos paus para Heitor chupar. O cara tinha virado uma puta, avançou com a boca na nossas rolas e começou a chupar revezando entre elas enquanto Gustavo dedava seu cu.

Fui até atrás do meu menino e guiei ele com minhas mãos,  cuspi no seu pau e posicionei ele na entrada da bunda de Heitor enquanto abraçava Gustavo por trás.

Gustavo foi esperando devagar, Heitor começou a gemer sentindo a rola entrar mas continuou chupando Jonas, enquanto isso meu novinho agarrou o meu pau e começou a me masturbar enquanto fodia meu amigo.

— Que cu gostoso — ele dizia entre gemidos, dando tapas na bunda de Heitor.

— Fode ele, putinho — eu beijei ele.

Gustavo comeu bastante Heitor, depois colocou ele de frango assado e meteu mais enquanto Jonas chupava o pau do coroa. Gustavo gozou dentro de Heitor que gozou ao mesmo tempo na boca de Jonas.

Os dois foram tomar banho e eu meti no cu de Jonas e gozei dentro também, seguindo pro banho junto deles.

Depois de limpos só rolou uns beijos entre mim e Gustavo, Heitor ficou um pouco tímido mas relevamos já que era a primeira putaria dele. Fomos embora, eu e Gustavo, e deixei ele em frente de casa.

— Gostou de hoje? — eu disse apertando sua coxa.

— Adorei seus amigos — ele disse risonho.

Dei um beijo de despedida e fui pra casa, dormir só. Chegando lá recebi uma foto de Gustavo de quatro com o cuzinho nem aberto com a mensagem: queria mais leitinho aqui.

Fizemos uma vídeo chamada e gozamos juntos, prometendo que faríamos amigo outro dia, mas logo lembrei que Yuri chegaria e teríamos muito o que conversar.

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