MEUS AMIGOS (8)
Acordei assustado, o sol ainda não iluminava através do tecido da barraca mas a movimentação já estava a todo vapor, Elias estava deitado do meu lado e me deu um beijo de bom dia dizendo que ele e Yuri tinham preparado uma surpresa pra mim.
Entre minhas pernas estava Gabriel de quatro com a sua cabeça subindo e descendo na minha rola enquanto sua mão agarrava e acariciava o meu saco, aquele puto sabia o que estava fazendo. Atrás dele estava Yuri metendo sem dó no seu cuzinho, que me viu acordar e mandou um sorriso safado e uma piscada.
– Bom dia, gatinho! Gostou da surpresa? – disse Yuri enquanto eu respondia com um gemido.
– Caralho, que boquinha macia – disse agarrando os cabelos de Gabriel e ditando o ritmo do boquete.
Eu troquei alguns beijos com Elias até reparar Pedro aos seus pés, beijando eles e cheirando enquanto batia uma punheta pra si.
– Eu vou comer esse puto, ele vai ser meu – Elias sussurrou no meu ouvido. Era um tesão ver como Pedro, um garoto lindo e confiante ficar tudo submisso perto dele, que estava ditando tudo que queria só com alguns toques e seu olhar de aprovação ou reprovação.
Logo tudo começou a esquentar ainda mais e eu gozei na boca de Gabriel ao mesmo tempo em que Yuri enchia o seu cu de leite, foi lindo ver meu amigo descendo até bem perto de meu pau e beijando Gabriel enquanto compartilhavam a minha porra, com Yuri dando uma rápida lambida na minha glande, que me arrancou outro gemido.
– Filho da puta – disse me levantando junto dele – bora tomar um banho?
– Vai com eles, Pedro. Vou meter nesse cuzinho agora – Elias se desfez de Pedro, que nem teve chance de gozar, e puxou Gabriel para seu colo enquanto enchia ele de beijo – vou usar a porra do meu brother como lubrificante.
Nós três saímos nos vestimos e saímos da barraca e fomos em direção ao banheiro, Pedro estava um pouco distante e pensativo mas Yuri logo puxou ele pra junto de nós e envolveu ele na nossa conversa. Ele era bacana, gostava de videogame e animações e tivemos uma conversa bastante descontraída, falamos que ele ia gostar do Guga e prometemos marcar alguma coisa depois do acampamento par apresentá-lo para ele e Gabriel.
– E relaxa, maninho. O Elias é putão assim mesmo, mas tu parece gostar né? – disse Yuri enquanto tirava sua roupa já dentro do banheiro.
Pedro ficou meio sem graça mas deu um sorriso e, antes que pudesse responder, um de nossos professores abriu a porta do banheiro, interrompendo o assunto.
– Opa, molecada! Acordaram cedo, hein? – disse o professor Marcos, nosso professor de história. Era branco, devia ter uns 33 anos, no máximo, era magro definido e tinha alguns pêlos em seu peito.
– Opa, prof! A gente se animou pra dar um pulo na cachoeira cedo e voltar antes da programação! – eu disse arranjando uma desculpa, enquanto abria um dos chuveiros.
– Gostei da atitude! – ele começou a se despir na nossa frente e ocupou um chuveiro ao meu lado. Seu corpo era muito bonito e seu pau era lisinho, em contraste com seu peito peludo – aceitariam a companhia desse velho?
– Tá velho nada, prof! – disse Yuri.
– Tá inteirasso! – foi a vez de Pedro.
– Verdade, prof, ainda dá um caldo – disse rindo pra ele, enquanto me ensaboava.
Ele sorriu agradecendo os elogios e sua atitude mudou um pouco, ele conversava com a gente os mais variados assuntos enquanto se ensaboava, mas fazia isso com um sorriso travesso e como se estivesse exibindo aquele corpo lindo.
Vendo que eu ia acabar excitado vendo aquele gostoso, terminei o meu banho rápido, me sequei e me vesti e fiquei sentado em um banco no canto do lugar em que ficava os chuveiros e conversava com os demais enquanto escovava os dentes.
Não demorou muito tempo e Elias e Gabriel chegaram juntos no banheiro e se surpreenderam com a presença do professor Marcos. Ele pareceu um pouco suspeito com o quanto Gabriel levava o próprio cu enquanto ele estava dividindo o chuveiro com Elias, mas não falou nada. Quando todos estavam prontos, botamos nossas roupas de banho e partimos pra cachoeira.
Chegando lá o professor Marcos tirou a camiseta e o calção e ficou só de sunga, dizendo que ia aproveitar já que nós já tínhamos visto tudo e que não tinham alunas lá, então ele poderia ficar mais a vontade e deu uma piscadinha pra mim.
Nós brincamos bastante na água, mergulhamos muito, fizemos briga do galo (quando você sobe nos ombros de alguém), lutinha, pulamos das pedras tudo isso na companhia de nosso professor, que as vezes dava um alerta de preocupação mas logo estava no meio de nós risonho também. Eu logo fiquei cansado e me deitei na beirada do rio em que estávamos, tomando o sol do começo da manhã enquanto reparava aqueles lindos exemplares de macho.
– Cansou, é? Tá fraco! – disse o professor Marcos sentando-se ao meu lado. Pelas nossas posições eu conseguia ver o seu volume bem de perto, e ele parecia estar meia bomba.
– Sou sedentário, poxa! Esses moleques são tudo maromba, atletas – disse rindo junto com ele.
– Vou falar com o Zé hoje mesmo, então – Zé era o nosso professor de Educação Física – não pode deixar você molenga assim – disse ele dando um tapinha no meu ombro e repousando sua mão sobre ele – Tô brincando, você tem o corpo bonito.
– Que isso, prof! O seu dá de 10 a 0 no meu!
– Pois eu prefiro o seu – e deu outra piscadinha pra mim.
– Eu digo o mesmo – disse levando a mão ao meu pau que já estava duro igual pedra, ajeitando ele na sunga que eu usava.
– Vocês adolescente são cheios de vigor! – e se levantou, me deixando lá deitado. Seu volume tinha crescido ainda mais, ele parecia entrar no rio pra esconder a ereção.
Os meninos só tiveram tempo de esconder as suas também, já que tinham aproveitado que Marcos estava de costas pra eles enquanto conversava comigo e tinham feito Gabriel mamar eles dois enquanto Pedro continuava na punheta. O professor fez uma cara meio estranha quando viu aquela movimentação suspeita mas deixou passar de novo e se uniu aos meninos. Logo eu me juntei a eles e voltamos a brincar na água, todo mundo aproveitava pra se sarrar nessa brincadeira mas Marcos só chegava mais perto de mim mesmo e, ainda assim, não eram as sarradas que eu queria que ele me desse.
O relógio do professor apitou na margem do rio e acompanhamos ele de volta para as instalações da fazenda. Todo mundo já estava de pé e o café da manhã já estava posto na mesa, o professor Marcos se distanciou de nós por alguns minutos mas fez questão de se sentar na nossa mesa enquanto comíamos.
– Me diverti demais com vocês hoje, obrigado meninos!
– Que isso, prof! Foi um prazer – disse devolvendo um sorriso a ele.
– Você é maneiro demais, cola na gente que é sucesso – disse Yuri, com os demais concordando.
Terminamos o café da manhã e ajudamos os professores a recolher tudo enquanto a turma descia para a cachoeira. Preferimos não ir, já que tínhamos acabado de voltar e fomos pra nossa barraca. Mal chegamos e Yuri e Elias já começaram a se beijar, enquanto eu ia abrindo o cuzinho de Gabriel e metendo a língua.
Elias só com um olhar mandou Pedro tirar toda a roupa dele e de Yuri e ele começou a beijar o pé dos dois que estavam se punhetando.
Eu fui posicionando Gabriel de frango assado enquanto encaixava minha pica no seu cuzinho, fui enfiando devagar enquanto ele gemia na minha pica e Yuri e Elias assistiam na mão amiga, vendo eu comer o meu primeiro cuzinho de macho.
Eu me deitei em cima dele e continuei a meter enquanto beijava a sua boca. Ele era lindo, sua boca era gostosa e beijava muito bem, seu rabo engoliu toda minha rola sem dificuldade e ele logo pediu pra eu meter com força, e eu claro que atendi.
Segurei Gabriel pelas ancas e fodi aquele cu sem dó, acelerando o vai e vem cada vez mais até cansar. Troquei de posição e coloquei ele de quatro metendo forte e devagar dessa vez, arrancando gemidos dele a cada metida que eu dava. Estava entretido demais com o corpo de Gabriel para notar o que estava acontecendo ao redor.
Yuri
Eu tava chupando o cuzinho lindo de Pedro, vermelhinho, com todas as pregas, uma delícia! O moleque nem tava mais naquela timidez toda e já gemia gostoso na minha língua, até que eu senti o puto do Elias me colocando de quatro também e socando a língua no meu rabo. Ele agarrou o meu pau e me masturbava enquanto continuava com aquele cunete delicioso, meu cuzinho piscando e eu empinando ainda mais naquela chupada, nunca tive neura no sexo e não ia começar a ter agora.
Elias foi subindo com a língua, dando beijos nas minhas costas e me enlouquecendo de tesão, até seu beijo na nuca que me deu uma descarga de tesão que me deixou de pernas bambas.
– Tá gostoso esse cuzinho, mozão? – sussurrou Elias no pé do meu ouvido, me dando mais um espasmo de tesão, meu pau saltava de tanto que eu estava excitado.
– Tá uma delicia, quer provar? – respondi.
– Eu tava pensando em tu provar outra coisa – ele se ajoelhou na minha frente e colocou aquela vara grossa colada no meu rosto.
Eu não pensei duas vezes e comecei a mamar o cacete dele. Fiz tudo lentamente, lambendo cada centímetro da cabeça da rola até finalmente colocar ela na boca, então comecei a engolir aquele pauzão o máximo que podia, mas não chegava nem na metade. Estava com os olhos lacrimejando enquanto dava tudo de mim naquela mamada, massageando suas bolas e apertando suas coxas do jeito que eu sabia que ele gostava, não demorou muito e ele começou a jorrar na minha boca.
Tomei todo aquele leite, eu fico louco só de pensar no quanto ele gozou na minha boca, melou toda minha boca e ainda teve a pachorra de me puxar e me tascar um beijo. O puto que disse que não era chegado em comer porra tava ali me beijando enquanto experimentava o próprio leite direto da minha boca.
Deitei no colchão ofegante de toda aquela putaria e comecei a tocar minha punheta enquanto assistia Luquinhas foder o cu de Gabriel, o moleque metia demais e tava uma delicia todo suadinho com sua pele brilhando. Pedro agarrou o meu pau a mando de Elias e começou a acelerar minha punheta, fiquei com mais tesão ainda ao ver a carinha linda de Pedro tão perto da minha rola e enchi ela com minha gozada, puxei ele pra mim e limpei toda sua cara com minha língua, depois beijei aquele delícia.
Luquinhas começou a acelerar as metidas e começou a gozar dentro do rabo de Gabriel, o moleque já tinha recebido três leitadas no cu e ainda nem era meio dia, putinho pra caralho! Abracei o meu gatinho e dei parabéns pela metida, que tinha metido igual macho.
– Deixa eu meter em você, mozão! – Lucas disse no meu ouvido, pelo visto o apelido tinha ficado e ele e Elias queriam mesmo foder o meu rabo.
– Vou pensar no seu caso – dei um beijo rápido e levantei, peguei um papel higiênico que tinha levado já premeditando toda essa putaria e comecei a nos limpar.
Elias não deixou Pedro gozar de novo, mas deu um beijo na sua nuca e disse que a noite ia compensar. Nos limpamos e colocamos nossas roupas de banho e mergulhamos na piscina que ficava na sede, e éramos os únicos já que o resto da turma tinha ido pra cachoeira.
Ficamos conversando com nossos professores que estavam arrumando o almoço e até saímos da piscina para ajudá-los já que estavam atrasados. Notei que o prof Marcos estava bastante interessado no Luquinhas e sempre tocava ele de alguma maneira bem sutil, mas respeitosa.
– Ele tá doido em você – disse no ouvido de Lucas, enquanto o prof estava distraído explicando umas coisas pra Pedro.
– Sai dessa, tá vendo coisa onde não tem.
– Mozão tá certo, ele tá doido em você – disse Elias se juntando a conversa.
– Viu?
– Ah, se ele quiser eu não vou achar ruim – disse rindo.
Terminamos aquele papo pois ele já estava voltando pra perto de nós (na verdade, pra perto do Luquinhas), então nos dispersamos e fomos nos servir para o almoço que já tinha ficado pronto.
Lucas
Nos sentamos para almoçar e o prof Marcos veio comer junto da gente, ele parecia ter gostado da nossa companhia e o que Elias e Yuri me disseram ficou martelando em nossa cabeça. Conversamos durante todo o almoço e de tarde ficou combinado de que ia ter uns jogos de futebol em um campo próximo da sede da fazenda, como eu não curtia muito fiquei de fora, mas o resto dos meninos montaram um time pra jogar juntos.
Depois do almoço ficamos pela sede mesmo, eu deitei em uma rede e dei uma cochilada enquanto os meninos iam se organizando pra jogar o fut, eles estavam tão animados que estavam pensando em estratégias e tentando buscar os melhores para o time, estavam uma graça!
Já mais tarde começou os jogos e eu fui assistir na beira do campo com o resto das pessoas. Me sentei em um banco que tinha e acabei ficando entre o professor Marcos e minha professora de geografia, Mônica, que era muito divertida. Comentávamos todos os lances do jogo e eu até fiz ela comemorar um gol do time dos meninos.
Durante o jogo eles iam fazendo gols e comemorando das maneiras mais idiotas possíveis, ofereciam seus gols pra mim e pros professores, até a menina que Elias pegava ganhou um pra ela, foi um passeio e eles ganharam de lavada. Depois tiveram mais uns três jogos e os que não estavam jogando já tinham se dispersado, só estava eu, o professor Marcos e o professor Zé assistindo.
– A turma de vocês é bem unida né? – disse o prof Marcos.
– Somos sim, prof! A gente se conhece desde pequeno. Sempre foi um pelo outro.
– Acho bonito essa interação de vocês, um monte de rapazes bonitos, simpáticos e que não tem sexualidade frágil.
– Sim, tenho os melhores amigos do mundo. E eles ainda me apoiam sabendo que não sou hétero – disse dando uma cutucada.
Marcos ficou surpreso com a minha afirmação, quase consegui ver as engrenagens de seu cérebro processando o que eu havia acabado de dizer, foi engraçado ver aquele homem tão inteligente ficar travado com a minha fala.
– Que bom que eles te apoiam! Amigos são tudo nesse mundo cruel. E pode contar comigo também, viu?! – disse ele dando um aperto na minha coxa, mas logo tirando a mão.
– Obrigado prof! Você é o melhor – disse retribuindo o toque, mas mais próximo de seu pau.
Consegui sentir o arrepio na sua pele em meus dedos, mas logo me desvencilhei pois se alguém visse poderia dar problema pra ele. O clima ficou com uma tensão sexual gigantesca e nossos comentários durante o jogo foram esquentando, comigo dizendo sobre como meus amigos eram gostosos e ele dando algumas risadas, mas concordando.
Os meninos terminaram o jogo e ficamos no campo conversando por alguns minutos ainda enquanto os meninos do outro time usavam o banheiro. Quando foram tomar banho eu e o professor os acompanhamos e ficamos conversando enquanto eles ocupavam os chuveiros e, depois que acabaram, eu e Marcos fomos tomar banho enquanto eles nos esperavam.
Acabamos o banho e ficamos na sede esperando a janta, que estava deliciosa mais uma ves, e depois ficamos em uma roda com o resto da turma contando histórias de terror. Yuri, Pedro e Elias deram um perdido em nós e foram catar umas meninas que Elias tinha arranjado pra eles. Já voltando a barraca, apenas com Gabriel e acompanhados de Marcos, ficamos conversando na frente das barracas por bastante tempo até os meninos chegarem.
– E aí, garanhões? – disse o prof Marcos provocando, todos demos muita risada – relaxa que eu não conto pra ninguém!
– Ih prof, nem tem o que contar! – disse Yuri apertando a rola – ficamos na mão, a prof Mônica tava passando perto da barraca e as mina ficaram tudo com medo.
– Prometo que ela não empatou a foda de vocês por querer! – disse ele, que nos fez rir mais uma vez.
Continuamos conversando por algum tempo e eu sempre reparando na pegação de pau dos meninos, eles estavam cheios de tesão e não tinham conseguido descarregar nas meninas. Pra aliviar a barra deles, chamei o prof pra voltar pra sede com uma desculpa esfarrapada e ficamos conversando lá por bastante tempo na companhia dos professores Zé e Mônica e de alguns outros alunos, era nossa última noite de acampamento mas tínhamos ainda algum tempo pela frente.
Quando achei que já tinha dado tempo suficiente pros meninos treparem a vontade avisei que ia me deitar e os professores disseram que também iriam, que já estava tarde. O professor Marcos me acompanhou até a barraca e disse que tinha se divertido muito nesse acampamento e que muita dessa diversão era por minha causa.
– Obrigado, prof. Precisando, estamos aí! – me aproximei dele e, na ponta dos pés, dei um beijo no rosto dele – boa noite, obrigado pelo final de semana.
Ele ficou vermelho com o beijo mas passou a mão nos meus cabelos e o bagunçou, me deu um boa noite enquanto me puxava pra um abraço envolvendo minha cintura, foi a minha vez de ficar vermelho. Eu já estava duro e senti que ele também estava quando me apertei contra seu pau em nosso abraço.
– Essa noite foi animada! – disse ele.
– Eu também fiquei bem animado, igual a você – retruquei dando uma piscadinha.
A tensão sexual era enorme, mas ele tinha medo de avançar mais um passo por ser meu professor e eu tinha medo de avançar esse passo por estar suscetível de alguém nos ver juntos.
– É….. sobre aquele filme que conversamos – disse eu iniciando outro assunto, sua mão repousava sobre meu ombro – ele estreia nessa quinta, quer ir assistir com a gente?
– Opa, tô dentro. Te vejo quinta, então?
– Qualquer hora que quiser! – disse enquanto dava mais um abraço de boa noite nele.
– Menino levado! – disse ele enquanto ia para sua barraca, se afastando.
Quando entrei na minha barraca vi uma cena que me encheu de tesão: Pedro estava deitado no peito de Elias que mexia no próprio pau, enquanto o cuzinho de Pedro estava todo melado de porra. Os dois sorriam travessamente pra mim, provavelmente escutaram toda a conversa.
Mas o resto dessa história vai ficar pra próxima parte!
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