MEUS AMIGOS (5)

 E aí gente boa, tudo tranquilo? Hoje vou contar o meu lado dessa quinta-feira que vai esquentar mais ainda a minha relação com o Lucas. Antes que eu me esqueça, aqui é o Yuri falando.

Como vocês já sabem, a última semana foi louca demais! Eu e Luquinhas acabamos ficando na segunda e desde então não paramos mais. Eu comi ele em todas as posições que pude desde então, e fico excitado só de lembrar daquela bunda sensacional e da boquinha macia, além do cara ser gente fina, é um putinho de primeira.

Como vocês já sabem, eu e Lucas acabamos nos pegando no vestiário da escola e, como não somos putos o suficiente, ainda nos provocamos no corredor e quase fomos pegos por Guga e Elias. 

Os últimos tempos eu fiquei martelando sobre o que aconteceria se eles descobrissem, como agiriam, se aceitariam e, enquanto pensava, uma faísca incendiou o meu corpo com uma ideia que eu estava determinado a pôr em prática naquela tarde mesmo.

Cheguei em casa já estalando de tesão de novo: tomei um banho pra refrescar e me deixar acordado, depilei os pêlos que estavam nascendo, passei o meu melhor perfume e coloquei uma roupa que sabia que valorizava o meu corpo. Em 10 minutos de caminhada já tinha chegado na casa do meu alvo.

– Fala mano – Elias me recebeu só de samba canção na porta, nos cumprimentamos e partimos pro seu quarto – pode ficar a vontade que meus pais tão trabalhando.

– Beleza, maninho! Vim te ajudar a levar as coisas pra casa do Lucas, achei que ia ficar pesado pra tu levar tudo junto.

– Valeu, cara. Era muita coisa mesmo pra levar, mas acho que eu conseguia sozinho hein, to quase te alcançando! – E flexionou os braços na minha frente, se jogando na cama logo depois enquanto riamos.

– Tu sempre querendo resolver tudo no braço – disse deitando ao lado dele, já tinha tirado minha camisa assim que ele disse pra ficar à vontade. 

Era normal pra gente passar a tarde juntos, já que Guga passava o tempo jogando alguma coisa e o Lucas ficava algumas semanas isolado só estudando. Minha cabeça voava a mil de como começar aquilo, até que me veio uma lembrança.

– Cara, tu lembra da Brenda? – dizia descontraído, mexendo no celular.

– A peitudinha? Tem nem como esquecer – disse o Elias em meio a nossas risadas sacanas.

– Pois é maluco, ela já rendeu umas punheta né não? – e cocei o meu saco, ajeitando ele na cueca que já estava ficando pequena pro meu caralho – faz tempo que a gente não repete aquilo, né?

– Verdade, manin! Saudade po – disse Elias fazendo o mesmo movimento, mas enfiando a mão dentro da cueca e deixando ela lá – mas nunca mais fiquei com ninguém.

Eu e Elias éramos igualmente safados, e sempre que um de nós ficava com alguma mina, a gente se encontrava na tarde seguinte e batia punheta juntos. No começo a gente só contava, aí progrediu pra cada um batendo a sua punheta, que progrediu pra mão amiga. Hoje eu estava disposto a mudar um pouco as regras.

– Saca essa espada que hoje eu tenho uma pra te contar, mano. Mas só porque confio em tu!

– Eita, maluco! Manda ver – disse Elias se aproximando de mim achando que faríamos a mão amiga de sempre.

Eu rapidamente neguei a investida e o posicionei entre as minhas pernas, de costas pra mim, e o deitei sobre o meu peito. 

– Calma, safado. Mas vai ter que jurar segredo, e não mudar com a gente.

– Como sim a gente? – disse Elias tentando se virar pra olhar pra mim, mas eu o impedi e continuei segurando ele pelos ombros, fazendo uma massagem.

– Calma, moleque apressado do caralho! É que isso não é ninfetinha de rua – aproximei mais ainda minha boca do ouvido dele e sussurrei – é lance de brother.

Eu senti Elias se arrepiar inteiro, e a descarga correr pelo meu corpo deixando o meu pau doendo de tão duro, eu queria muito me masturbar, mas ainda não era hora.

– Tá fazendo troca-troca é? – apesar do tom zoeira, eu sabia que Elias não estava me repreendendo, já que ele sabia que eu não tinha muito tabu no sexo – mas conta mais aí po, vai que tu me faz gozar.

– To trocando nada não, velho. Eu tô é dando pirocada e recebendo mamada e sentada de qualidade! O cara tem a boquinha mais macia que meu pau já passou.

– Caralho, Yuri! – Elias tirou o próprio caralho de dentro da cueca e aquele cacete grande e grosso bateu na barriga dele. Mesmo já tendo visto e tocado sempre ficava impressionado.

– O moleque e eu começamos a ficar na segunda e, mano, eu to viciado nele. Nós ja transamos em todos os cômodos da casa dele e eu já fodi aquele cuzinho em todas as posições que eu conheço. Ele me acorda todo dia com o melhor boquete possível e a gente ainda fode durante o dia. Na volta da escola já fica de quatro empinadinho esperando a vara entrar.

– E tu bota ele pra sofrer na rola? – Elias aumentou o ritmo da punheta, eu sentia os arrepios do seu corpo descarregarem na minha pele. Meu pau tava estourando, mas ainda não era hora.

– Boto na rola, mas sofrer são outros 500. O puto aguenta tudo gemendo de tesão, com o cuzinho empinado pronto pra levar leitada dentro da boca e do rabo. Na rua anda igual machinho, tu precisa ver na cama.

Conforme eu contava a história, Elias ia intensificando a punheta, até que estava tremendo de tesão e eu comecei a provocá-lo ainda mais, dizendo que iria chamá-lo pra dividir o puto comigo, que ele ia me assistir comendo o moleque, que íamos gozar na boquinha dele, e dizia tudo isso enquanto passava minha mão pelo peitoral de Elias.

O cara explodiu de tesão e começou a esporrar muito, banhando o próprio corpo com seu leite, com alguns jatos atingindo o próprio rosto e o meu, que eu aceitei e degustei de bom grado, enquanto Elias se recuperava do orgasmo.

– Esse foi intenso hein mano? – disse pra quebrar o gelo, cruzando os braços atrás da cabeça.

– Você é doido, manin! Só tu pra me atiçar desse jeito e me fazer gozar um litro só contando historinha – Elias se levantou e começou a se limpar com uma toalha que estava ali.

– Mais aí é que tá, po! – foi a minha vez de tirar meu pau pra fora e começar a me punhetar, sabendo que Elias não ligaria – não é história pra boi dormir, se quiser você me assiste comendo o putinho hoje mesmo.

– Ta doido mano – Elias deitou do meu lado ainda pelado, com o olhar fixo na minha punheta – hoje a gente tem que ir no Lucas, organizar as parada do acampamento.

– Exatamente, bebê! – disse desviando olhar do meu pau para Elias, dando um sorriso sacana – aí tu me assiste, ou participa se ele deixar.

Elias começou a rir e parou assim que caiu a ficha, arregalou os olhos e se sentou sm uma cadeira rindo de nervoso, ainda juntando as peças.

– Tu tá maluco cara! Tá brincando? Você só pode tá brincando.

– Tô não, cara. Relaxa aí que eu te conto tudo, mas só porque você é nosso brother e não vai julgar.

E mandei ver contando nossa história, de como acabou rolando nossa punheta juntos, que acabamos abraçados e gozados, a mamada e nossa primeira transa. Não sentia que estava traindo a confiança do Lucas porque ele amava o Elias assim como eu e também confiava nele. Além disso, eu sabia que Lucas ia adorar ter uma chance de abrir esse negócio pra mais um amigo.

Elias começou a ouvir a história assustado, depois ficou apreensivo e, conforme eu contava os acontecimentos da semana, ele ficou mais curioso, seu pau foi ficando maior e um sorriso safado se criou em seu rosto. Perto de terminar a história já havia gozado em minha mão e limpando tudo na boca, assim me levantei e me vesti tudo nos conformes.

– Fica ai pensando maninho, eu vou dar um pulo lá em casa, já vai dar 19:00 e o Luquinhas vai ficar bravo se a gente atrasar. Vou levar a barraca e tu chega com a mala, falou?

Deixei um Elias pensativo e excitado no quarto, aposto que o puto ia bater umas imaginando minha rola naquela bundinha linda do Lucas.

Assim que cheguei em casa já tinha mensagens dele dizendo que aceitava, que éramos seus manos e que ele não mudaria com a gente, mas que ia ficar de fora disso pois ainda tava engolindo tudo. Eu acatei de boa mas sabia que isso não ia ficar assim.

Durante a noite da pizza corri aqui em casa com a desculpa de arrumar as malas pra ver se rolava algo entre os dois, mas o máximo que vi foi os dois ficarem de cueca na cama, são lentos e precisavam de um empurrão especial.

Depois da pizza e etc comecei a aproveitar do corpo do meu lindão e, no meio dos beijos, alcancei o pau de Elias que estava do meu lado, que não reclamou do toque e ainda me retribuiu.

– Que porra é essa? – ouvi uma voz de repente, agora a porra ia ficar séria.

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