MEUS AMIGOS (3)

 Yuri continuava me esmagando com o seu corpo, eu conseguia sentir seus músculos se apertando contra mim, e nossos paus continuavam duros, mesmo depois daquele orgasmo explosivo.

Ficamos assim por alguns minutos em silêncio, e só nos desvencilhamos quando ele teve que atender uma ligação de seu pai superprotetor. O senhor Carlos queria saber onde ele estava, mas levou apenas um par de minutos para Yuri convencê-lo de que estava tudo em ordem, que ele dormiria em minha casa para me fazer companhia, já que meus pais estavam viajando.

– Relaxa pai, não vamos aprontar nada! – Yuri disse rindo, enquanto mexia em seu pau olhando diretamente pra mim – amanhã eu colo aí bem cedinho, beijos coroa!

– Que pena que não vamos aprontar nada, tô indo pro banho, falou! – disse debochando, passando bem perto de Yuri e apressando o passo para ir até o banheiro.

– Pera aí, maluco! – Yuri correu e me interceptou na porta do banheiro me pressionando contra o arco da porta, nossos paus se encostaram por um momento, e aquilo nos causou um arrepio como se tivéssemos levado uma descarga de tesão – Huum, você tá me devendo aquele banho prometido, quero ficar cheirosinho.

Yuri me segurou pela cintura e foi me levando até o chuveiro, me apertando contra a parede por um momento, mas logo me desvencilhei pra dar o golpe final.

– Pra mim você continua cheiroso – me ajoelhei rápido, ficando de cara com o seu pau, comecei a cheirar ele todo, e sua virilha – mas já que prefere de outro jeito, vou te ajudar – e então abocanhei aquele pau com todo empenho do mundo.

Yuri soltou um gemido de surpresa e tesão, logo senti sua mão agarrando os meus cabelos e dominando o ritmo da mamada que antes era regido por mim.

– Isso Luquinhas! Mama teu amigão vai! – e começou a bombar na minha boca como se estivesse fodendo uma de suas ficantes – sua boquinha fica linda no meu caralho.

Ficamos assim por um tempo, até Yuri me afastar de seu pau, querendo atrasar o próprio orgasmo. Então, como se eu não fosse nada, ele me levantou pelos braços e me puxou pra junto de si e, para aumentar mais ainda minha surpresa e tesão, começou a me beijar enquanto enlaçava minha cintura com seus braços fortes.

– Que boquinha gostosa que tu tem, será que esse cuzinho é gostoso assim também? – Yuri falava entre os beijos, apalpando minha bunda e dedando o meu cuzinho, tentando forçar entrada.

– Vai ter que provar pra saber.

Ele me pegou no colo, com minhas pernas cruzadas na sua cintura, e me levou até o meu quarto. Ele fez tudo com tanta firmeza e precisão que quando me dei conta já estava de quatro na minha cama, com a cabeça da rola dele pincelando o meu cuzinho.

– Relaxa pra mim, vai – e começou a forçar entrada, usando o pré-gozo como lubrificante, enquanto arregaçava minhas nádegas pra abrir passagem e poder fincar aquele pau inteiro em mim.

Era uma mistura de dor e prazer muito louca, que nunca havia sentido na minha vida. Eu já tinha pegado algumas meninas, e ido até longe com algumas delas, mas Yuri tinha dominado todas as sensações do meu corpo, é como se meu corpo abrisse mão da própria integridade para dar prazer a ele, e eu aceitaria de bom grado esse sacrifício.

– Já passou a cabeça, Luquinhas. Fica bem empinadinho e prova como você é durão enquanto leva vara – Yuri me provocou, enquanto continuava a forçar o resto do pau pra dentro de mim, e meu corpo já não oferecia resistência.

Ele avisou que estava tudo dentro, me puxou pra junto de si e, enquanto beijava o meu pescoço, anunciou que ia começar a me foder. E ele fodeu, bombou no meu cu em um ritmo implacável gemendo no meu ouvido.

– Que cuzinho gostoso, mano. Essa semana o meu pau vai descansar dentro do teu rabo, essa casa vai ser o meu abatedouro – Yuri me empurrou na cama, montou em mim de novo e puxou meus cabelos, um pouco mais bruto do que antes – rebola na minha vara, putinha.

– Seu safado! Não perdoou nem o cu do teu melhor amigo.

– Você tá tendo o que merece. Um rabão desses foi feito pra levar vara, e não tem ninguém melhor que eu pra encher ele de leite né?

Yuri foi aumentando o ritmo quanto mais nós falávamos putaria um pro outro, até o único som do quarto ser dos nossos corpos se batendo e dos meus gemidos pedindo por mais rola, até que ele explodiu gemendo alto pelo meu nome, enquanto enchia o meu cuzinho de leite.

Ele caiu por cima de mim e continuamos deitados por um tempo. Nos levantamos depois de descansados e notei como minha cama estava suja de porra.

– Caralho Luquinhas, te fiz gozar só metendo aqui – ele me zoou enquanto dedava meu cuzinho.

– Sai filho da puta! Tá sensível ainda – dei um soco no braço dele, reclamando da dor que ainda sentia.

– Vem bebê, bora tomar um banhozinho que você ainda não pagou minha promessa.

E fomos, mas lá não rolou nada além de beijos e algumas apalpadas e carícias, mas nenhum de nós tinha energia pra outra foda.


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